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UNE ASSINA CARTA PELA LIBERDADE DOS CINCO PRISIONEIROS CUBANOS  


Mais de 200 entidades apoioam o documento, que será entregue ao presidente Barack Obama
Durante a tarde de hoje (21/06), a Tenda Milton Santos, na Cúpula dos Povos, recebeu representantes de mais de 200 entidades do movimento social para lançar uma carta pedindo a libertação de cinco cubanos presos injustamente, por acusação de espionagem, nos Estados Unidos desde 1998.
A carta será enviada ao presidente norte-americano, Barack Obama, conclama o mesmo a, como ganhador do prêmio Nobel da paz de 2009, fazer uso de suas “faculdades constitucionais do poder de uso do indulto” e libertar os cinco cubanos. “Queremos que o presidente Barack Obama honre seu título e se sensibilize com essa manifestação de inúmeras entidades do movimento social de todo o mundo. Nesse momento, o mundo todo se mobiliza em torno da construção de uma sociedade mais solidária, humana e justa”, disse o diretor de ralações internacionais da UNE, Mateus Fiorentini.
A prisão dos cinco cubanos é mais uma dos reflexos do bloqueio à Cuba, ao qual apenas três países, atualmente, são favoráveis. “Queremos mostrar que o movimento social e a grande maioria dos países presentes ratificam o fim do bloqueio à Cuba, que talvez seja um dos mais graves atentados aos direitos humanos”, afirmou o presidente da UNE, Daniel Iliescu, presente na cerimônia.
Além da UNE, a UBES e a ANPG também assinaram a carta. Leia o documento aqui

ENTENDA O CASO

Os prisioneiros, Gerardo Hernández Nordelo, Ramón Labañino Salazar, Antonio Guerrero Rodríguez, Fernando González Llort e René González Sechwerert participaram da  operaçãoVespa, organizada pelo governo cubano contra o terrorismo patrocinado pela extrema-direita americana em solo cubano e em solo americano, através da cooptação de cidadãos cubanos ilegalmente refugiados nos Estados Unidos. A missão deles era monitorar as organizações privadas contra-revolucionárias que atuam na Flórida contra Cuba.
Em 99 países existem quase 300 Comitês de Solidariedade com os Cinco Heróis cubanos presos injustamente nos Estados Unidos por terem lutado contra o terrorismo. Grande parte dessas estruturas funciona em 30 nações da Europa e outra em 25 da América Latina e o Caribe.
Fonte: www.une.org.br  

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Estudantes colombianos mantêm paralisação nacional  

Os estudantes colombianos manterão a paralisação nacional até que o governo retire efetivamente a reforma da educação superior e tenha um compromisso real para que esta se adiante de maneira marcada.

Reunidos na Mesa Ampliada Nacional Estudantil (Mane), também exigiram que o Executivo brinde as garantias políticas e civis necessárias para o direito ao protesto, a mobilização e a organização dos estudantes.

Dessa maneira, os universitários colombianos responderam à solicitação do presidente Juan Manuel Santos para que levantassem a paralisação, o que se estende por mais de um mês.

Por outro lado, os estudantes também fizeram um chamado ao conjunto da sociedade a rodear e desenvolver as conclusões da Mane.

Eles reiteraram que continuarão em estado permanente de mobilização, de construção de proposta e organizativa.

Nesse sentido, convidaram a sociedade a participar no próximo 24 de novembro em um dia continental de mobilização em defesa da educação como um direito, a qual se constitui em dia de preparação da paralisação cívico nacional.

O programa mínimo dos estudantes gira em torno de seis eixos, como financiamento, democracia e autonomia, bem-estar, qualidade acadêmica, liberdades e relação universidade-sociedade.

Esta folha de rota contempla propostas concretas, como mais recursos para as universidades e sem condicionamentos; inspeção, vigilância e controle sobre os montantes das matrículas.

Também inclui que se destine parte das utilidades das empresas de serviços públicos para financiar as universidades; créditos educativos sem capitalização de interesses; bem-estar oferecido através de universidades e não por concessões, entre outras.

Os protestos estudantis desataram-se depois que Executivo apresentou ao Congresso, em 3 de outubro, um projeto de reforma à educação superior de marcado caráter privatizador.

Fonte: Prensa Latina

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