Blog UJS Ceará

O blog de política da juventude cearense!

Solidariedade com a juventude Iraquiana  

Manifesto pela liberdade de expressão e contra a repressão autoritária no Iraque.

Um grande número de participantes de manifestações no Largo Tahrir, em Bagdá, na manhã do dia 27 de maio de 2011, foram presos pela guarda nacional.

A Federação da Juventude Democrática Iraquiana e a União Geral dos Estudantes da República do Iraque condenam fortemente as restrições à democracia praticadas pelo governo do Iraque. O governo do Iraque proibiu as manifestações pacíficas e a liberdade de expressão. Esses são alguns graves sinais da volta da mentalidade repressiva e autoritária.

Exigimos do governo iraquiano a imediata liberação de todos os presos políticos, que foram detidos por participarem de manifestações pacíficas. Protestos pacíficos são garantidos pela constituição do Iraque e seu impedimento, além de inconstitucional, é um ataque aos direitos humanos.

Reafirmamos nosso apoio às reinvidicações legítimas do povo iraquiano que clamam por reformas do regime, combate à corrupção e justiça social.

Com informações da União Geral dos Estudantes da República do Iraque (GUSIR) e da Federação Iraquiana da Juventudes Democráticas (IDYF)

Fonte: www.ujs.org.br

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Após cena com lésbicas, novela do SBT terá beijo entre homens  

Depois do primeiro beijo homossexual em uma novela brasileira, "Amor e Revolução" deve apresentar relacionamento entre dois homens.

Nas últimas semanas, o folhetim do SBT "Amor e Revolução" quebrou uma barreira importante ao mostrar um beijo entre as personagens Marcela (Luciana Vendramini) e Marina (Giselle Tigre). Agora, a novela irá exibir uma cena protagonizada por dois homens, de acordo com o colunista do Yahoo! Leo Dias.

Quem dará vida à sequência – que já foi escrita – são os atores Carlos Thiré e Lui Mendes, que interpretam o diretor de teatro Chico Duarte e o carcereiro Jeová, respectivamente. A previsão é que a cena entre no ar no início de julho.Temendo uma reação negativa do público, o autor Tiago Santiago afirmou que pretende soltar um aviso prévio sobre o acontecimento. "Estou propondo para que, antes da cena entrar no ar, um locutor avise que haverá uma cena de um beijo entre dois homens", disse à coluna. "Isso é para não pegar ninguém de surpresa." A produção não deve estacionar na temática da homossexualidade; Amor e Revolução quer ir mais longe e, para isso, vai cutucar o catolicismo.

Em texto publicado na Folha de S.Paulo, o colunista Alberto Pereira Jr. diz que Santiago se prepara para colocar a personagem de Marilice Cosenza na novela, e que ela aparecerá grávida do padre Inácio – vivido por Pedro Lemos.

Por AdNews.

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Lançamento do Movimento Transformar o Sonho em Realidade  

A UJS Ceará convida todos para o lançamento do Movimento Transformar o Sonho em Realidade. O evento será marcado com o clima descontraído em uma grande feijoada e muito samba de raiz.

Você não pode ficar de fora. Mobilize os amigos e venha encontrar toda a galera!

Serviço:

Dia – 21/05
Horário – 11h
Local – Sede da UJS Ceará (AQUI)

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Ivo Braga - PNE: é hora de avançar  

Para o diretor da UNE no Ceará, o estudante Ivo Braga, a luta pelos avanços na educação passa pela aprovação de um Plano Nacional de Educação (PNE) que atenda aos desafios atuais do povo Brasileiro. Destaca ainda a mobilização dos estudantes nos últimos meses pela elevação dos investimentos na área, através da destinação de 10% do PIB na educação. Confira:

Tramitando na Câmara dos Deputados desde 20 de dezembro do ano passado, o Projeto de Lei 8.035/2010, que trata do novo Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011/2020 é alvo de intensa disputa na sociedade. Para apressar sua tramitação na casa o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), criou, no último dia 22 de março, uma Comissão Especial para analisar o Plano.

Visando avanços na educação brasileira decidimos, ainda ano passado, entrar de corpo e alma nessa disputa. Prova disso foi a convocação unitária, pelo conjunto de correntes que compõem a UNE, da Jornada Nacional de Lutas desse ano. Jornada que se materializou em uma série de debates e passeatas por todo o país reivindicando o investimento de 10% do PIB para a Educação.

Obtivemos grande êxito na realização da Jornada, sendo inclusive recebidos pela presidenta Dilma Rousseff, a quem entregamos documento com as 59 emendas elaboradas pelo movimento estudantil ao projeto de lei original. A campanha também se deu na internet através da hashtag #EducaçãoTemQueSer10 que recebeu inúmeras adesões no Twitter.

Demos um importante passo na aprovação de um PNE avançado que contemple as demandas do nosso povo. Mostrando grande força e capacidade de mobilização e trazendo para o centro do debate a Educação brasileira. Acreditamos que o investimento prolongado de uma grande parcela do nosso PIB na educação é o caminho para trilharmos um desenvolvimento robusto e duradouro para o Brasil.

Portanto, é dever daqueles que são comprometidos com o Brasil, manter constante mobilização. Para nós da União Nacional dos Estudantes, que vivemos o período especial de construção do nosso 52º Congresso, é fundamental formar no bojo deste processo uma grande corrente de estudantes universitários a favor da aprovação das nossas emendas ao projeto.

Além disso, temos que participar de iniciativas como a do “Movimento PNE pra valer” de sensibilizar os parlamentares sobre a importância da incorporação das emendas do movimento educacional ao projeto.

Para conquistar um novo PNE avançado e a serviço do Brasil é necessário superar as divergências e mobilizar o conjunto da sociedade. Nossa história já provou que todas as transformações pelas quais passamos foram alcançadas através de intensas mobilizações. E é justamente isso que nos dirá a dimensão da nossa vitória, quanto mais povo na rua mais avançado o PNE.


Ivo Braga é estudante de Jornalismo da UFC e diretor da UNE.

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À Juventude Trabalhadora  

Dia Internacional do Trabalhador: trata-se de uma data importante para a afirmação de luta da juventude por bandeiras de valorização do trabalho, distribuição de renda e para a manifestação de suas reivindicações.

É relevante lembrarmos que 1° de maio é considerado dia do trabalhador, porque nessa mesma data do ano de 1886, na cidade de Chicago, iniciou-se uma greve por melhores salários e condições de trabalho, tendo como bandeira prioritária a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Greve essa que foi duramente reprimida, milhares de trabalhadores foram presos, muitas sedes de sindicatos foram incendiadas e os principais líderes do movimento foram condenados à morte.

A União da Juventude Socialista de Fortaleza convida todos os jovens a participarem do movimento sindical, se organizando nos sindicatos de suas categorias e nas centrais, como a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, CTB, entidade de nossa atuação.

Nossas principais reivindicações são: redução da jornada de trabalho sem redução de salário, fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias, valorização do salário mínimo, trabalho decente, igualdade entre mulheres e homens, valorização do serviço público e do servidor público, reforma agrária, valorização da educação e qualificação profissional, redução da taxa de juros.

Participe conosco dessa LUTA!

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Brasil na lanterna em ranking mundial do ensino superior  

Levantamento inclui 36 países e leva em conta o percentual de graduados na população.

Para concorrer em pé de igualdade com as potências mundiais, o Brasil terá que fazer um grande esforço para aumentar o percentual da população com formação acadêmica superior. Levantamento feito pelo especialista em análise de dados educacionais Ernesto Faria, a partir de relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), coloca o Brasil no último lugar em um grupo de 36 países ao avaliar o percentual de graduados na população de 25 a 64 anos.

Os números se referem a 2008 e indicam que apenas 11% dos brasileiros nessa faixa etária têm diploma universitário. Entre os países da OCDE, a média (28%) é mais do que o dobro da brasileira. O Chile, por exemplo, tem 24%, e a Rússia, 54%. O secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Luiz Cláudio Costa, disse que já houve uma evolução dessa taxa desde 2008 e destacou que o número anual de formandos triplicou no país na ultima década.

“Como saímos de um patamar muito baixo, a nossa evolução, apesar de ser significativa, ainda está distante da meta que um país como o nosso precisa ter”, avalia. Para Costa, esse cenário é fruto de um gargalo que existe entre os ensinos médio e o superior. A inclusão dos jovens na escola cresceu, mas não foi acompanhada pelo aumento de vagas nas universidades, especialmente as públicas. “ Isso [acabar com o gargalo] se faz com ampliação de vagas e nós começamos a acabar com esse funil que existia”, afirmou ele.

Costa lembra que o próximo Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece como meta chegar a 33% da população de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior até 2020. Segundo ele, esse patamar está, atualmente, próximo de 17%. Para isso será preciso ampliar os atuais programas de acesso ao ensino superior, como o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), que aumentou o número de vagas nessas instituições, o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece aos alunos de baixa renda bolsas de estudo em instituições de ensino privadas e o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), que permite ao estudantes financiar as mensalidades do curso e só começar a quitar a dívida depois da formatura.

“O importante é que o ensino superior, hoje, está na agenda do brasileiro, das famílias de todas as classes. Antes, isso se restringia a poucos. Observamos que as pessoas desejam e sabem que o ensino superior está ao seu alcance por diversos mecanismos", disse o secretário.

*Leia mais: Movimentos de juventude lançam manifesto no 59º CONEG e pedem mais mudanças

Os números da OCDE mostram que, na maioria dos países, é entre os jovens de 25 a 34 anos que se verifica os maiores percentuais de pessoas com formação superior. Na Coreia do Sul, por exemplo, 58% da população nessa faixa etária concluiu pelo menos um curso universitário, enquanto entre os mais velhos, de 55 a 64 anos, esse patamar cai para 12%. No Brasil, quase não há variação entre as diferentes faixas etárias.

O diagnóstico da pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) e especialista no tema Elizabeth Balbachevsky é que essa situação é reflexo dos resultados ruins do ensino médio. Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está cursando o ensino médio. A maioria ou ainda não saiu do ensino fundamental ou abandonou os estudos. “Ao contrário desses países emergentes, a população jovem que consegue terminar o ensino médio no Brasil [e que teria condições de avançar para o ensino superior] é muito pequena”.

Como 75% das vagas em cursos superiores estão nas instituições privadas, Elizabeth defende que a questão financeira ainda influencia o acesso. “Na China, as vagas do ensino superior são todas particulares. Na Rússia, uma parte importante das matrículas é paga, mas esses países desenvolveram um esquema sofisticado de financiamento e apoio ao estudante. O modelo de ensinos superior público e gratuito para todos, independentemente das condições da família, é um modelo que tem se mostrado inviável em muitos países”, comparou ela.

A defasagem em relação outros países é um indicador de que os programas de inclusão terão que ser ampliados. Segundo Costa, ainda há espaço – e demanda – para esse crescimento. Na última edição do ProUni, por exemplo, 1 milhão de candidatos se inscreveram para disputar as 123 mil bolsas ofertadas. Elizabeth sugere que os critérios de renda para participação no programa sejam menos limitadores, para incluir outros segmentos da sociedade.

“Os dados mostram que vamos ter que ser muito mais ágeis, como estamos sendo, fazer esse movimento com muita rapidez porque, infelizmente, nós perdemos quase um século de investimento em educação. A história nos mostra que a Europa e outras nações como os Estados Unidos e, mais recentemente, os países asiáticos avançaram porque apostaram decididamente na educação. O Brasil decidiu isso nos últimos anos e agora trabalha para saldar essa dívida”, disse a pesquisadora.

Fonte: Agência Brasil.

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A importância da Juventude na Política  


*Por Aline Risoleta

Na sociedade hoje encontramos várias tribos entre a juventude, a mesma é vista muitas vezes, como problema e solução para o país. Do mesmo modo que ouvimos expressões tipo juventude perdida, viciada, violenta, escutamos frases como os jovens são o futuro do Brasil. Para entender as juventudes é preciso conhecer as transformações que acontecem nesse momento, o que significa a vida para cada um, os sonhos, desafios e as dificuldades. Daí, o grande número de estudos, discussões, projetos e debates que são realizados sobre a juventude no Brasil e no mundo.

Diante disso, os movimentos organizados de juventude, ao lado de entidades representativas e instituições acadêmicas, têm reivindicado a inclusão das políticas públicas de juventude na pauta da agenda governamental nos planos nacional, estadual e municipal. O Governo Federal reconhecendo a importância deu espaço para a elaboração e execução dessas políticas, criou a Secretaria Nacional de Juventude e o Conselho Nacional de Juventude, que coordenam e acompanham projetos bem-sucedidos como o ProJovem, ProUni, Agente Jovem, Primeiro Emprego, Juventude e Meio Ambiente, Pronaf Jovem entre outros. Esse esforço aponta uma nova direção e um novo desafio para a juventude, que é a organização e a participação política dos jovens nestes instrumentos.

Não basta ficar esperando que a sociedade preocupe-se, da noite para o dia, com os anseios e demandas da juventude. É importante que os próprios jovens comecem, desde a escola, a interessar-se pela política e atuem diretamente, cobrando responsabilidades de governantes, propondo ações e participando de fóruns, conselhos e eleições.

Se analisarmos a história do País, veremos que todas as importantes mudanças e conquistas contaram com a participação decisiva da juventude. Na década de 50, entidades estudantis e juvenis estiveram à frente da campanha "Petróleo é Nosso", já entre 64 e 85 contra a ditadura militar que interrompeu nossa democracia, nossos direitos civis, e também a vida de lideranças políticas jovens, como Edson Luís, Honestino Guimarães e Bergson Gurjão que foram mortos nos pelo terrorismo de Estado da ditadura. Saímos às ruas à busca do direito ao voto para Presidente da República, na campanha das Diretas-Já. Em 1992, fomos às ruas e pintamos os rostos pelo "impeachment" de Collor com o movimento dos "Caras-Pintadas" que foram fundamentais para o nosso povo.

Agora a luta é outra a União Nacional do Estudantes (UNE), a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES) e a Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) estão exigindo juntamente com todos os estudantes do Brasil a derrubada do veto da emenda que garantia 50% do Fundo Social do Pré- Sal para a Educação, vendo que é um passo grandioso na nossa história para os estudantes, professores e todos que lutam para aumentar os recursos destinados à educação brasileira, com objetivo do país alcançar até 2014 10% do PIB em investimentos na área.

Atualmente, a juventude é a faixa etária com maior número de brasileiros e precisa estar presente em todas as instâncias de necessidades da vida do povo para enfrentar os desafios existentes e ter condições de criar bases para o desenvolvimento do país. Por isso, é fundamental que os jovens se organizem, participem diretamente da política e pratiquem a democracia participativa para que tenhamos um país mais justo e soberano rumo ao socialismo.

*Aline Risoleta é Biologa, estudante de Fisioterapia das Faculdades INTA, Presidente do DCE José Alencar das Faculdades INTA e membro do Movimento Transformar o Sonho em Realidade

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