Blog UJS Ceará

O blog de política da juventude cearense!

André Tokarski: UJS com Dilma pra ser muito mais Brasil!  

André Tokarski, presidente nacional da UJS, faz neste artigo um breve balanço do vitorioso processo do 15º Congresso e fala dos desafios da juventude para conquistar o aprofundamento das mudanças nas eleições de outubro.

Com muito otimismo e disposição para a luta, mais de 1500 militantes da União da Juventude Socialista ocuparam, entre os dias 17 e 20 de junho, as dependências do Centro de Convenções de Salvador/BA para a realização do 15º Congresso Nacional da UJS.

O Congresso é resultado de um grande processo de mobilização e debate que contagiou os quatro cantos do país. Foram mais de quatro meses de muita divulgação das nossas idéias em passeatas, plenárias, nas praças e nas ruas do Brasil.

Realizamos nesse período 27 Congressos Estaduais e mais de 300 Congressos municipais, que mobilizaram cerca de 100 mil filiados, resultando em mais de 50 mil participantes na Rede UJS.

Ousadia para inovar e para aprofundar as mudanças no Brasil. Essa foi a marca do congresso. Inovamos ao criar uma Rede Social própria, que já nasce com mais de 50 mil cadastrados e mais de dois mil perfis ativados. Uma ferramenta de organização interna e de mobilização política da juventude na importante trincheira do mundo virtual. Nosso Congresso foi transmitido ao vivo pelo sítio da UJS (www.ujs.org.br), nos principais debates e plenárias estavam conectados mais de mil pessoas, do Brasil e do mundo. Entre um debate e outro, rolava sempre um "free style" com a rapaziada do hip-hop. Com mais de 20 computadores plugados na internet a galera passava o recado do que estava rolando no Congresso para seus amigos do Orkut, do twitter e da Rede UJS.

O Congresso inovou também ao realizar a 1ª Mostra Científica da UJS. Duas dezenas de trabalhos nas mais variadas áreas foram apresentados e, no final, foi constituído o coletivo nacional de Jovens Cientistas da UJS.

Um dos objetivos do Congresso era eleger a nova Direção Nacional da UJS. Marcamos um belo gol de placa nesse quesito: somos ao total um coletivo dirigente com 79 membros titulares e 12 suplentes, com mais de 35% de mulheres e uma média de idade de 24 anos. Participam da nova Direção representantes dos 27 estados brasileiros, jovens lideranças que atuam nas mais variadas frentes: trabalhadores, como o Thiago Santana, de Minas Gerais, que é operador de telemarketing e diretor do Sinttel-MG (Sindicato dos trabalhadores em telefonia de MG); lideranças do movimento estudantil, como Augusto Chagas, presidente da UNE, e Yan Evanovich, presidente da UBES; jovens mulheres e cientistas, entre elas Elisângela Lizardo, presidente da ANPG – Associação Nacional dos Pós-graduandos- e mestranda na PUC-SP, e Luisa Barbosa, doutoranda em História na UFRJ. Também joga nesse time a jovem Deputada Federal Manuela D´ávila (PCdoB-RS), que além der ser uma grande parlamentar é membro da nova Direção Nacional da UJS. Nas direções estaduais, 11 mulheres presidem nossa organização. É com essa seleção que vamos mobilizar toda a juventude para jogar no time do aprofundamento das mudanças no Brasil.

Saímos desse 15º Congresso mais conectados com a juventude, pois reunimos na UJS ao mesmo tempo diversidade e unidade. O papel fundamental que queremos cumprir é o de canalizar toda rebeldia da juventude para transformar em mobilizações amplas e politizadas, em defesa do Brasil e do socialismo.
Reunimos hoje jovens de várias frentes de atuação: meio-ambiente, LGBT, jovens trabalhadores, do movimento estudantil, hip-hop, entre outras, mas mesmo nessa diversidade de pautas e bandeiras não perdemos o ponto chave que nos unifica, que é a luta em defesa do Brasil e do socialismo.

A UJS está se preparando para avançar junto como esse novo ciclo político iniciado com o Governo Lula. Está pronta para crescer ainda mais, para aproveitar todas as oportunidades que esse momento oferece. O Brasil tem hoje mais de 50 milhões de jovens. É ilusão pensar um processo de mudanças sem a participação ativa da juventude e a UJS estará liderando esse processo.

A ideia-força do Congresso é de que é preciso transformar todo otimismo que toma conta do Brasil em capacidade de luta e mobilização. Nunca vivemos um período em que o Brasil tivesse tantas possibilidades de dar certo e queremos aproveitar todas elas. Nesse sentido, aprovamos como bandeiras prioritárias: a luta pela destinação de 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a educação, o esforço para construir um grande legado esportivo para a juventude relacionado à realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas e a construção de um sistema nacional de juventude, que passe pela aprovação de projetos que consolidam as Políticas Públicas de Juventude como políticas de Estado.

A UJS tem um grande compromisso com o Brasil e com o futuro da juventude, por isso, aprovamos por unanimidade o apoio à candidatura de Dilma Rousseff. Para que os ventos continuem a soprar na direção do aprofundamento das mudanças, levaremos aos quatro cantos do país a bandeira da eleição de Dilma para a Presidência da República. Nos oito anos de governo Lula a juventude reencontrou a esperança de viver num país que pode dar certo. Milhões de empregos foram criados, o Prouni possibilitou o acesso à universidade a milhares de jovens que já tinham abandonado esse sonho, e a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil são conquistas que podem transformar o esporte numa grande ferramenta de oportunidades para a juventude.

Para nós, eleger Dilma significa renovar essa esperança na certeza de que podemos conquistar ainda mais. Vamos impedir o retrocesso e derrotar José Serra, o "Exterminador do futuro" da juventude. A UJS com seus mais de 100 mil filiados espalhados no Brasil não medirá esforços para enfrentar essa batalha e temos a convicção que seremos vitoriosos.

André Tokarski, 26 anos, é Presidente da União da Juventude Socialista e publica seus artigos também no blog http://juventudenarede.wordpress.com


Fonte: http://www.ujs.org.br/site/portal/

Leia mais...

Tasso, de que lado você samba?  

Em nota, UJS do Ceará critica a postura do senador Tasso Jereissati no Senado Federal em relação a divisão da Unilab entre o Ceará e a Bahia.

Confira.



Tasso Jereissati não defende os interesses do Ceará

Contrariando os interesses do povo cearense, o senador Tasso Jereissati (PSDB/Ce) - relator da matéria que cria a Universidade de Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab) na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado Federal - acatou em seu relatório emendas que dividem a Unilab entre o Ceará e a Bahia. Isso significa que parte da estrutura desta universidade, prevista para ser instalada integralmente na cidade de Redenção, sairá do Ceará reduzindo a quantidade de vagas para os estudantes do estado.

Ao mesmo tempo, a incorporação dessas emendas – que haviam sido rejeitadas anteriormente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pelo senador Inácio Arruda (PCdoB/Ce) - ao relatório original pode atrasar a implantação do campus da Unilab, na medida em que obriga o retorno da matéria à Câmara dos Deputados para nova apreciação. Tal atitude demonstra a falta de compromisso do senador tucano com a educação e a população do Ceará.

Eleito pelos cearenses, Tasso deveria defender a todo custo os interesses do estado que se propôs a representar. Porém, seus mesquinhos objetivos políticos não levaram em consideração a necessidade urgente de ampliação das universidades no Ceará.

Não é estranha essa atitude do senador tucano. Quando foi governador, promoveu o sucateamento e o abandono da educação. Na verdade, reafirma o descaso do PSDB com essa área fundamental para o desenvolvimento do estado e denuncia a ingratidão de Tasso com o povo cearense.

Diante dessa traição, não dá pra ficar calado. É preciso protestar contra essa decisão arbitrária que tanto prejuízo traz ao Ceará. E a melhor resposta tem que vir nas urnas, para deixar claro que a população do estado quer no Congresso Nacional aqueles que realmente defendem os interesses de todo o povo cearense.

União da Juventude Socialista do Ceará.

Leia mais...

Estado brasileiro reconhece a responsabilidade por destruir a sede da UNE em 1964  

A Presidência da República publicou no Diário Oficial da União (DOU) a lei que reconhece a responsabilidade do Estado brasileiro pela destruição da sede das entidades estudantis UNE e UBES em 1964

De acordo com a lei, será criada uma comissão para definir o valor e a forma da indenização, que não poderá ultrapassar o limite de seis vezes o valor de mercado do terreno onde ficava a sede da UNE e da UBES, na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Segundo informações da Presidência da República, o prazo para a indicação dos membros da comissão é de dez dias, a contar de hoje. A comissão terá 30 dias, prorrogáveis por igual período, para estabelecer o valor e a forma da indenização.

O resultado dessa comissão, ainda segundo a Presidência, será submetido ao grupo de trabalho que será coordenado pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria-Geral da Presidência da República. Este grupo também terá 30 dias para se manifestar após o recebimento do relatório final da comissão.

O grupo será composto por um representante dos ministérios da Justiça, Educação, Fazenda, Secretaria-Geral da Presidência da República, Secretaria Especial dos Direitos Humanos e do Planejamento. O grupo de trabalho também contará com um representante da Câmara dos Deputados e um do Senado.

Agência Brasil

Leia mais...

Estatuto da Igualdade Racial sem a reserva de vagas nas universidades é desafio para movimentos sociais  

Após sete anos tramitando no Congresso Nacional, o Estatuto da Igualdade Racial, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovado na terça-feira (16), graças a acordo em comissão e no plenário. Movimento negro aponta ausências

Para o ministro da Igualdade Racial, Eloi Ferreira de Araújo, a lei aprovada pelo Senado é “extraordinária” e uma “vitória fantástica”. “Com esse estatuto nós colocamos uma argamassa poderosa na consolidação e sedimentação da nossa democracia”, avaliou.

O diretor de Combate ao Racismo da UNE, Cledisson Geraldo dos Santos Junior, comemorou também a aprovação do estatuto, que segundo ele “cumpre um papel. Passa a garantir a partir de então os direitos da população negra”.



Contudo, para movimento negro, o Estatuto da Igualdade Racial perde força com a retirada de pontos importantes, tais como as cotas nas universidades e nos partidos políticos, e as políticas para a saúde negra. A coordenadora do Movimento Negro Unificado (MNU) do Distrito Federal, Jacira da Silva, acredita que a versão aprovada do estatuto ficou descaracterizada do texto original. “Em nome da negociação se chegou a essa versão final. Como instrumento legal é muito importante, mas se retirou quatro ou mais itens que eram a espinha dorsal do estatuto. É uma ação na contramão da política do governo”, analisou.



Já Elói Ferreira de Araújo pondera. “São cinco incisos [no Artigo 8º do estatuto] que dão conta da promoção da saúde da população negra, da redução das desigualdades étnicas, da discriminação nas instituições do Sistema Único de Saúde”.


Reserva de vagas nas universidades públicas

Outro ponto criticado pelo movimento negro foi a retirada da política de reserva de vagas nas universidades. O ministro rebateu, alegando que essa ação também está garantida no estatuto. “Ele garante o acesso de negros e negras às universidades com uma política que poderá ser de cotas, de pontuação, em razão do salário ou da renda familiar, em razão do lugar de residência. Isso porque cota é uma espécie e do gênero ação afirmativa, ou seja, cota está embaixo do guarda-chuva ação afirmativa e esse comando está na lei”, observou.



Em entrevista para o EstudanteNet, o diretor de Combate ao Racismo da UNE admitiu que a reserva de vagas não contemplada “aleija” o estatuto. Para ele, resta aos movimentos sociais se unirem visando essa conquista. “Agora os movimentos sociais têm o papel de acumular forças para defender o debate da reserva de vagas no parlamento”, disse.



O movimento questiona também outro importante ponto suprimido, a questão da posse da terra. De acordo com Jacira, grileiros e “coronéis” estão tomando as terras e empreendimentos como hidrelétricas estão “expulsando” populações remanescentes de quilombos que vivem há mais de 200 anos no local.


A expectativa do ministro é de que até a primeira quinzena de julho o texto seja sancionado pelo presidente da República.



Da redação, com Agência Brasil

Leia mais...

Pesquisa CNI/Ibope: Dilma tem 40%, contra 35% de Serra  

Pesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) para a eleição presidencial, divulgada nesta quarta-feira (23) em Brasília, mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) com 40% das intenções de voto, contra 35% do candidato José Serra (PSDB) e 9% da candidata Marina Silva (PV). Votos brancos e nulos somam 12%. Não responderam 8% dos entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Esta é a primeira vez em que a candidata petista aparece à frente do tucano em uma pesquisa com uma diferença que ultrapassa a margem de erro. Na última pesquisa CNI/Ibope, divulgada em 17 de março, Serra aparecia com 38%, contra 33% de Dilma e 8% de Marina. Brancos e nulos somavam 12%; 8% não responderam.

Dilma aparece na frente também na simulação de 2º turno. A petista tem 45%, contra 38% de Serra. Brancos e nulos somam 8%, enquanto 9% não sabem ou não responderam.
Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, o tucano aparecia com 44%, contra 39% da petista. Brancos e nulos somavam 10%, e 7% não responderam.

Quando a simulação é feita entre Dilma e Marina, a petista aparece com 53%, contra 19% da presidenciável do PV. Brancos ou nulos representam 15%; 13% não sabem ou não responderam. Em 17 de março, a simulação de
2º turno entre Dilma e Marina dava 48% para a petista, 11% para a ex-ministra do Meio Ambiente, 22% de brancos e nulos e 12% que não responderam.

Já entre Serra e Marina, o tucano fica com 49%, contra 22% da candidata verde. Brancos ou nulos somam 16% e não sabem ou não responderam, 13%. A pesquisa anterior dava 55% para o candidato do PSDB, contra 17% da candidata do PV, 18% entre brancos e nulos e 9% que não responderam.

Na espontânea, Dilma tem 22%, Serra tem 16%, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 9%, Marina tem 3% e o ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB) tem 1%. Brancos e nulos somam 7%, e 40% não sabem.
A última pesquisa que mediu a intenção de votos para os presidenciáveis, contratada pela Rede Globo e pelo jornal ‘O Estado de São Paulo’ e divulgada em 5 de junho , apontava Serra e Dilma empatados com 37%.

Conhecimento de Dilma

O levantamento CNI/Ibope identificou um aumento no conhecimento da candidata petista pelo eleitorado. Hoje, 73% sabem que Dilma Rousseff é apoiada pelo presidente Lula. Em março, o índice era de 58%.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas entre os dias 19 e 21 de junho, em 140 municípios do país. O número de registro da pesquisa no TSE é 16292/2010.

Indecisos

O diretor de operações da CNI, Rafael Lucchesi, afirma que o elevado grau de indecisos demonstra que a disputa pelo eleitorado “ainda está em suas etapas iniciais, se aquecendo”, uma vez que, em março, 42 % dos entrevistados não sabiam em quem votar. No último levantamento, o índice teve uma leve redução e está em 40%.

Fonte: UOL

Leia mais...

Inácio Arruda - Saudação à União da Juventude Socialista .  

O senador Inácio Arruda enviou uma menssagem ao 15º Congresso Nacional da União da Juventude Socialista. Confira.

Saudação à União da Juventude Socialista

Valorosos e combativos membros da União da Juventude Socialista, impossibilitado de participar do 15º Congresso da UJS manifesto a confiança e a certeza da reafirmação do protagonismo de nossa juventude na defesa da Soberania Nacional e da construção de um Novo Programa Nacional de Desenvolvimento.

A União da juventude Socialista é força impulsionadora importante para garantir a vitória das forças democráticas, progressistas e populares nas eleições deste ano. A juventude já demonstrou a sua luta e determinação no Araguaia, no campo e na cidade.


Sou testemunha da bravura da UJS em defesa do Brasil, da educação pública, gratuita e de qualidade. Por isso, conclamo todos os jovens deste congresso a cerrarem fileiras para garantir definitivamente a aprovação da emenda da UBES e UNE que determina a aplicação de 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-sal para educação.

Tenho convicção que a vitória conseguida no Senado, onde tive a honra de ser um dos autores da emenda dos 50% dos recursos do Pré-sal, só teve êxito em virtude da ampla mobilização da juventude. Essa vitória precisa agora ser garantida na Câmara dos Deputados e confirmada com a sanção do Presidente da República.

Castro Alves, um dos maiores nomes da literatura brasileira, o poeta dos escravos, do povo e da liberdade, ao se dirigir à juventude em seu poema “O Século”, escrito em 1865, assegura:

“Toda noite-tem aurora,
Raios- toda escuridão,
Moços, creiamos, não tarda,
A aurora da redenção.”
Este mesmo espírito libertário com certeza continuará vivo em nossa juventude.

Viva o Congresso da UJS! Viva a União da Juventude Socialista!

Um forte e caloroso abraço

Inácio Arruda é Senador da República (PCdoB-Ceará)

Leia mais...

Governo Federal indeniza UNE pela destruição de antiga sede  

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional que obriga o governo federal a indenizar a União Nacional dos Estudantes (UNE) pela destruição da antiga sede da entidade, no Rio de Janeiro, em 1964.

A decisão publicada ontem no “Diário Oficial da União” responsabiliza o Estado pelos danos causados ao edifício e cria uma comissão interministerial para estabelecer o valor com que a UNE será ressarcida. “O Estado reconhece sua responsabilidade pela destruição e, em razão desse reconhecimento, decide indenizá-la”, diz o texto.

O projeto de autoria do presidente Lula prevê que a indenização não passe o limite de seis vezes o valor de mercado do terreno, localizado na Praia do Flamengo (RJ).

Em 2008 a Caixa Econômica Federal avaliou a propriedade em R$ 6 milhões, estimando o teto de indenização em R$ 36 milhões. Em abril, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovaram o texto. A expectativa do relator da matéria, senador Gerson Camata (PMDB-ES), é de que o valor ultrapasse R$ 15 milhões. (das agências)

Fonte: O Povo

Leia mais...