Blog UJS Ceará

O blog de política da juventude cearense!

Inscrições abertas para o cursinho Pré-vestibular Popular de Fortaleza  


As inscrições para o curso Pré-vestibular Popular de Fortaleza (POPFOR) estão abertas até o dia 04 de março. São 1.760 vagas oferecidas para alunos de todas as idades oriundos da escola pública que já tenham concluído ou estejam cursando o último ano do Ensino Médio. Os interessados devem apresentar original e cópia dos seguintes documentos: comprovante de endereço, certificado de conclusão (ou declaração de que está cursando o 3º ano) do Ensino Médio em escola pública, carteira de identidade e CPF, além de duas fotos 3x4. Os alunos matriculados no cursinho têm direito a fardamento, apostilas e carteira de estudante.


As aulas do POPFor acontecem de segunda a sexta-feira, das 19 às 22 horas, e são ministradas por monitores orientados pela coordenação administrativa e pedagógica. O conteúdo das aulas é baseado no programa de Vestibular das Universidades e na preparação para a prova do Enem. O curso oferta ainda oficina de redação, vestibular simulado e curso de Educação para a Cidadania.


O PopFor, iniciado em agosto de 2008, é um programa da Secretaria da Juventude, em cooperação com a Secretaria Municipal de Educação (SME), cujo objetivo é contribuir para democratizar o acesso à universidade.


:: SERVIÇO

Inscrições para o cursinho Pré-vestibular Popular de Fortaleza – PopFor

Prazo: até o dia 04 de março

Horário: das 8h30 às 16h30

Local: Imparh (Av. João Pessoa, 5609 - Vila União)

Informações: 3452.7281


Fonte: Site da PMF

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Prefeitura de Fortaleza promove seminário sobre meia estudantil  

Seminário sobre meia estudantil está com inscrições abertas


Os representantes das entidades estudantis locais e nacionais (grêmios, DCEs, CAs, UNE, UBES, etc.) podem se inscrever até o dia 28 de fevereiro para o Seminário das Carteiras de Estudante que acontecerá no dia 02 de março, das 9 às 17 horas, no Hotel Amuarama (Av. Deputado Oswaldo Studart, 888, esquina com Av. Borges de Melo). O objetivo do encontro é ouvir os estudantes e discutir o processo da meia estudantil.

O Seminário contará com a participação de 100 representantes de entidades estudantis para debater a temática com os representantes da Prefeitura Municipal de Fortaleza. Para se pré-inscrever, basta preencher o formulário abaixo. A confirmação de inscrição será realizada durante o credenciamento.


:: SERVIÇO
Seminário das Carteiras de Estudante
Prazo de inscrição: até o dia 28 de fevereiro
Horário: das 9h às 17h
Local: Hotel Amuarama (Av. Deputado Oswaldo Studart, 888, esquina com Av. Borges de Melo)
Informações: 3452.5378


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Movimentos sociais são contra o aumento da passagem  

Movimentos sociais de Fortaleza promoveram hoje, 23, na Praça do Ferreira, um ato contra o aumento da passagem. Vejam a nota:

MOVIMENTOS SOCIAIS CONTRA O AUMENTO DA PASSAGEM

Venha com a gente, embarque nessa luta!

Outra vez a mesma história. Depois de dar um aumento desprezível para os motoristas e cobradores de ônibus (7%), os empresários do transporte de passageiros vêm com essa conversa de aumentar a passagem (22%) para cobrir o seu prejuízo. E nesse jogo, quem sempre se dá mal somos nós que dependemos desse sistema de transporte para sobreviver.

Já não basta o sofrimento de todos os dias com ônibus lotados, quentes e sem nenhum conforto; terminais com filas gigantescas; e viagens demoradas e estressantes. Agora temos que pagar mais caro por um serviço que nunca melhora. E eles argumentam que Fortaleza tem a passagem mais barata das capitais brasileira. Mesmo que seja verdade, o preço ainda é muito alto para a qualidade do transporte que é oferecido.

Nada justifica esse reajuste proposto. E nesse sentido, nós que fazemos parte dos movimentos sociais de Fortaleza não concordamos com qualquer aumento de passagem e exigimos melhorias imediatas no sistema municipal de transporte. Reivindicamos, ainda, a criação do Conselho Municipal de Transporte para que a sociedade participe dessas decisões.

Precisamos impedir esse reajuste e, para isso, contamos com o seu apóio. Não deixe o bonde passar.

Entenda o problema

Nesta terça-feira, 8, representantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) reuniram-se com a prefeita Luizianne Lins e propuseram aumento de 22% em cima do valor atual da passagem. Caso aprovado, o valor passará de R$ 1,80 para R$ 2,20. (O Povo On-line, 09 de fevereiro)

UNE – UBES – FBFF – UNEFORT – ANPG - SEEACONCE – ACES – JPL - UJS – CEBRAPAZ – UBM – UNEGRO – DCE da FIC - Associação do Bairro Ellery – Centro Socorro Abreu – Grêmio da Escola José de Barcelos – Grêmio do Liceu do Ceará

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Novos temas e um velho desafio  

O movimento estudantil tem sido, se não o berço de muitos políticos, a porta de entrada para os jovens se interessarem pela política. A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), “nasceu” politicamente desse meio. E, se antes a luta de classes e questões mais aprofundadas, como as temáticas do economista, filósofo e socialista alemão, Karl Marx, agora o movimento de estudantes simplificou e ampliou o discurso.


Segundo o presidente da União da Juventude Socialista (UJS), Flávio Vinicius Vasconcelos, temáticas como meio ambiente, diversidade sexual, políticas para mulheres, etno-racial, esporte, solidariedade internacional e políticas para a juventude têm estado no centro das discussões.



Dávilo de Lima Ferreira, secretário geral do DCE da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e da juventude do PSTU, defende que o movimento estudantil pode ajudar na consciência política de muitos jovens. Daí ser um celeiro de “novos talentos” na política.


Fonte: O Povo online

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UJS aprova resolução sobre questão das drogas no Brasil  

Um delegado que defende menos prisões no país, um cineasta que descobriu sua opinião sobre o tema no desenrolar da produção do documentário e uma deputada federal filiada à União da Juventude Socialista (UJS). Esta foi a composição da mesa de debate do seminário sobre a questão das drogas promovido pela UJS na última sexta-feira (11) em Serra Negra (SP).

A ausência de um debatedor que apresentasse uma opinião de contraponto não prejudicou a qualidade do debate realizado no seminário sobre drogas organizado pela UJS durante o seu Curso Nacional de Formação Política, que ocorreu de 4 a 13 de fevereiro, incluindo o seminário e uma plenária nacional da organização, onde foi aprovada resolução sobre a questão das drogas. O fato de não haver um contraponto foi, entretanto, levantado em praticamente todas as falas, que argumentaram que isso enriqueceria a discussão.


Cortina de Fumaça

As atividades do seminário se iniciaram com a apresentação do documentário “Cortina de Fumaça”, que é uma coletânea de depoimentos de neurocientistas, psicólogos, psiquiatras, médicos, policiais, ex-policiais, juristas, sociólogos, antropólogos ou seja, especialistas das mais diversas áreas e de variadas nacionalidades que apresentam as contradições, os mitos e o moralismo presentes no debate acerca da questão das drogas.

Após a exibição do longa com 1h30 de duração, o debate se iniciou com a fala do seu diretor, Rodrigo Mac Niven. O cineasta disse que não tinha posição definida acerca da legalização ou não das drogas antes dos dois anos gastos na produção do filme. Disse ainda que procurou fazer um material capaz “trazer a informação que normalmente as pessoas não têm, pois o outro lado a gente escuta e lê nos veículos de massa”. A intenção, declarou Mac Niven, é “elevar o nível do debate”. Para ele, legalizar o uso de drogas significa regulamentar e não liberar.

Guerra contra as drogas

Em seguida, foi a vez da deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB/RS) dar a sua opinião. Ela defendeu que a luta é para que o mundo, sobretudo a Organização das Nações Unidas (ONU) mude a forma de debater o tema das drogas, visto que até hoje vigora a política do ex-presidente dos Estados Unidos Ronald Regan, que inaugurou a “guerra contra as drogas” e a sua utilização para intervenção nas nações, sobretudo latino-americanas. Para a deputada, a forma de debater o tema das drogas “tem uma relação muito profunda com questão de opressão militar das nações latinas”.

A deputada denunciou ainda a lógica da polícia brasileira, que “pega o pequeno. São os 30 mil jovens que estão na ponta que morrem, e não os grandes traficantes. Trata-se de um tipo de polícia que oprime a nossa juventude”. A dimensão deste debate, argumentou Manu, é a da economia internacional. O ataque, a repressão ao tráfico, entretanto, é no varejo.

Ela contrapôs algumas visões em favor da legalização das drogas que acreditam que não é preciso regulamentação do Estado para a questão. “É uma visão liberal”. Manuela criticou ainda o tom moral que hegemoniza o debate sobre drogas no Brasil.

Por fim, Manu falou sobre a Holanda, país que possui mais flexibilidade na lei sobre drogas no mundo, dizendo que há uma regulação sobre a quantidade de cada substância contida nos produtos comercializados. Comparou com a realidade do Brasil, onde o usuário não tem como saber o que é colocado no produto que é consumido. “O problema é que ao proibir as drogas, proibimos de saber o que as pessoas consomem e o mau que causa cada substância”.

Criminalização da pobreza

O último da mesa a falar foi o delegado da polícia civil e mestre em Ciências Penais Orlando Zaccone, que é membro da ONG Law Enforcement Against Prohibition (Leap). Ele contou que foi por muitos anos delegado da Polícia Civil em Jacarepaguá e que depois foi transferido para a delegacia da Barra da Tijuca: “foi quando eu percebi que a prisão, o encarceramento por crime relacionado a drogas, é feito de forma desigual”.

Zaccone disse que na Barra da Tijuca fez apenas três flagrantes de tráfico em 2010 e que todas as delegacias da zona sul somaram 67 flagrantes, que dão o número de uma única delegacia em outra região, a de São Cristóvão. Em seguida, provocou: “você acha que na Tijuca não tem tráfico?”, ao que respondeu que sim, mas que nos bairros de classe média o tráfico é feito em espaços privados – dentro de condomínios, casas de show, etc. – enquanto na periferia ele é feito no espaço público, e por isso gera mais prisões. “O patrimônio, a dignidade são distribuídos de forma desigual. O tráfico também”, completou. Ele deu, ainda, o exemplo do filme “Meu nome não é Jhonny”, em que um traficante de classe média é tratado como usuário pela Justiça.

O delegado defendeu a proposta do ex-Secretário Nacional de Políticas Sobre Drogas Pedro Abramovay, de estabelecer penas alternativas a pequenos traficantes, ao invés de encarcerá-los. Aproveitou o ensejo para protestar contra a demissão de Abramovay pelo fato de ter defendido tal proposta publicamente.

Zaccone concordou com Manu sobre o motivo da legislação brasileira sobre drogas ser proibitiva: “assumimos [a política proibitiva] por alinhamento do Estado brasileiro a interesses internacionais dos Estados Unidos. Existem no mundo outras políticas de drogas que não estão sendo apresentadas para a gente”, e citou uma frase de Eduardo Galeano para combater a moralidade frequentemente dominante no debate sobre a questão das drogas: “na luta do bem contra o mau, é o povo que entra com os cadáveres”.

Debate intenso

O debate que se seguiu demonstrou a variedade de posições presentes no conjunto da militância da UJS acerca desta controversa questão. Foram pautadas questões de violência relacionada ao uso das drogas, questões de saúde individual e coletiva, razões históricas para o uso e a proibição de determinadas substâncias e também a contextualização do uso de drogas no sistema capitalista, onde esta serve à alienação, segundo opiniões apresentadas. Apresentou-se também, durante as intervenções, um temor que a legalização se reduza, no final das contas, à liberação do uso e comercialização legal, mas que os efeitos do uso continuarão sendo sentidos, sobretudo nas periferias.

Diante do debate, o presidente da UJS, André Tokarski, defendeu que a resolução da entidade não deveria se reduzir só à questão de legalizar ou não, levando em conta que é um debate muito presente na realidade do país. Para ele, o central é que a UJS funciona com consenso progressivo, método que favorece o debate, que – ao menos acerca da questão das drogas – foi iniciado com bastante qualidade neste seminário: “é necessário coesionar a nossa organização e apontar um projeto de ruptura estrutural”, argumentou o presidente da UJS, que defendeu uma resolução focada em políticas de saúde pública, como políticas de redução de danos.

Resolução

A resolução da UJS sobre a questão das drogas foi aprovada no domingo (15), último dia da plenária nacional realizada pela organização com dirigentes de todo o país. Embora não chegue a uma conclusão sobre a defesa da legalização ou não, o texto demonstra a maturidade do debate conquistada a partir do seminário: “Somos, portanto, contra a apologia ao uso das drogas lícitas e ilícitas que trazem danos físicos e psíquicos aos seus usuários. Acreditamos no entanto, que a legislação proibitiva vigente não tem dado conta de resolver este problema de saúde pública”, diz um trecho da resolução, que também condena a criminalização da pobreza e pauta o tom classista do debate, do início ao fim.

De Serra Negra, Luana Bonone

Alterado às 20h10 para correçaõ do nome do palestrante Orlando Zaccone, que anteriormente estava grafado Zacconi.

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Em nota, UNE/Ce questiona possível aumento das passagens  

Em resposta ao possível reajuste na tarifa dos ônibus em Fortaleza, o Vice-presidente da União Nacional dos Estudantes do Ceará (UNE/Ce), Ivo Braga, convoca a juventude para ocupar as ruas com o objetivo de impedir que esse aumento seja efetivado. Veja a nota:

UNE-CE conclama luta contra aumento da passagem de ônibus de Fortaleza

Entra ano e sai ano e a ladainha do cartel empresarial de ônibus é a mesma: aumentar abusivamente o valor das passagens em Fortaleza (mais de 22%), com objetivo único de obter maiores lucros, explorando cada vez mais os profissionais do sistema de transporte público e extorquindo os usuários com coletivos cada vez mais lotados.

Com o argumento do recente aumento dos salários dos trabalhadores rodoviários, conquistado no suor de uma árdua luta, o empresariado do sistema de transporte parece convencer a Prefeitura Municipal de Fortaleza de que é necessário manter as já altas taxas de lucro das empresas em detrimento da população da cidade, que, diga-se de passagem, já sofre cotidianamente com a completa falta de planejamento urbano.

Em 2008 comemoramos no curso da campanha eleitoral o quarto ano sem aumento na passagem de ônibus de Fortaleza, fato utilizado como bandeira central da campanha da prefeita Luizianne Lins. Parece que o congelamento do valor da tarifa foi uma ação meramente eleitoral, já que se confirmado, este aumento será o segundo de 2009 pra cá, acumulando em torno de 37% de aumento em menos de dois anos.

Aumentar o valor da passagem é restringir o princípio básico de ir e vir dos cidadãos fortalezenses, dos trabalhadores e dos jovens que necessitam diariamente do sistema de transporte público para ir e vir do trabalho, da escola e da universidade. Além disso, em momento algum é apresentada qualquer contrapartida em termos de melhoria na qualidade do transporte coletivo, ou da malha viária do município.

Então, posicionar-se contra o aumento é ficar do lado daqueles que com a sua força de trabalho constroem cotidianamente a nossa cidade, do lado dos 700 mil jovens fortalezenses que necessitam de oportunidade para se formar e entrar no mercado de trabalho. Portanto, podemos afirmar que no que depender dos estudantes de Fortaleza a passagem de ônibus não vai aumentar, mesmo que seja preciso ocupar as ruas e o Paço Municipal.

Esse aumento não passará! Lutemos em defesa da juventude e dos trabalhadores!


Ivo Braga
Vice-presidente regional da UNE.

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UVA/Sobral: estudantes paralisam aulas por uma semana  

Em Assembléia Geral, realizada no dia 10 de fevereiro, estudantes da Universidade do Vale do Acaraú (UVA), sediada em Sobral, decidiram paralisar as aulas por uma semana em protesto contra a falta de professores. Em nota, o Diretório Central dos Estudantes (DCE-UVA) exige a convocação dos novos professores efetivos que foram aprovados no concurso realizado em setembro de 2010. Veja a íntegra da nota:

DCE/UVA – NOTA DE ESCLARECIMENTO

Gostaríamos de cumprimentar a toda a comunidade acadêmica para informar que, conforme fora divulgado amplamente, realizamos uma ASSEMBLÉIA GERAL de Professores e Estudantes com apoio do D.C.E e dos Centros Acadêmicos da Universidade Estadual Vale do Acaraú, ontem quinta-feira, dia 10 de fevereiro, no Espaço aberto do N.D.C (Área de Convivência João Batista Frota) – Campus Betânia – Sobral – Ceará, iniciada às 8h30m, tendo como pauta: Informes, Carência de Professores e Encaminhamentos.

Depois do debate sobre o tema quando docentes e discentes puderam expressar seu descontentamento com a Reitoria da IES que novamente optou pelo caminho mais fácil e deliberou pela contratação de Professores Colaboradores, isto depois de iniciar o semestre 2011.1 e o Governo do Estado não liberar o Edital do Concurso para 117 Professores Substitutos, menos nomear os 21 professores efetivos que passaram no último certame ocorrido em setembro de 2010, votou-se por uma PARALISAÇÃO DAS AULAS POR UMA SEMANA, com decisão quase totalmente unânime dos presentes, a partir de segunda-feira dia 14 de fevereiro de 2011.

A PARALISAÇÃO tem como objetivos a mobilização da comunidade acadêmica (docente e discente) para provocar audiências públicas com o Legislativo, o Governo do Estado, Ministério Público; assim como a publicização de nossas reivindicações através da imprensa, Internet entre outros meios, para sensibilizar a sociedade e as autoridades de nossas demandas e das soluções possíveis. Sendo que a sugestão do D.C.E. e que nós do SINDIUVA obviamente concordamos é que o Governo do Estado transforme as 117 vagas para professores substitutos em 117 vagas para professores efetivos.

SOLICITAMOS ASSIM O APOIO DA COMUNIDADE ACADÊMICA, pois só teremos êxito em nosso pleito se todos docentes e discentes se dispuserem a lutar com muita vontade política e teimosia por uma universidade pública, gratuita e de qualidade.

SINDIUVA – SEÇÃO SINDICAL DO ANDES SINDICATO NACIONAL

D. C. E – DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES.

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