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UJS alcança o topo do twitter com #AraguaiaVive  


A União da Juventude Socialista mais uma vez chegou ao topo dos assuntos mais comentados do twitter com a hashtag #AraguaiaVive. O tema ficou em primeiro lugar na rede social e foi uma homenagem da entidade aos jovens guerrilheiros que padeceram no Araguaia.

A série de manifestações ocorridas em diversos estados simultaneamente ao tuitaço foi uma homenagem aos 40 anos de inicio da guerrilha. As atividades também tiveram o objetivo de cobrar o Estado brasileiro o cumprimento da decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos de localizar os corpos dos guerrilheiros do Araguaia, além de pressionar o governo pela imediata instalação da Comissão da Verdade.

Segundo o secretario de comunicação da UJS, Ismael Cardoso, “a UJS realizou uma atividade que ao mesmo tempo homenageou jovens brasileiros que doaram suas vidas na mais corajosa empreitada de enfrentamento a ditadura militar, por outro lado, denunciou que estes mesmos heróis que deram suas vidas pela democracia foram esquecidos pela justiça brasileira e até hoje seus corpos estão desaparecidos”.

Para André Torkarski, presidente da UJS, “O governo Dilma tem uma responsabilidade muito maior em relação a abertura dos arquivos da ditadura e a punição de torturadores e assassinos do regime, porque ela viveu isso na pele. Tenho certeza que não esqueceu, assim como nós, jovens representantes daqueles que morreram por liberdade e democracia também não esquecemos.”

A União da Juventude Socialista luta pela memória de seus semelhantes, assim aconteceu em diversos estados com atos políticos, passeatas e protestos. Participou nas redes e nas ruas, direta e indiretamente, jovem do Brasil todo.

Veja alguns twitt’s:

@UJSBRASIL "Onde houver tirania, lá estarão os comunistas para resgatar a liberdade!" #AraguaiaVive

@claudiapetuba Essa história precisa ser contada p/ todos, é necessária a inclusão desse conteúdo nos livros didáticos do BR #AraguaiaVive

@Carlaoujs #AraguaiaVive grande momento de luta do povo brasileiro! UJS é fruto dessa grande contribuição a nação.

@FilipeMSantana Minha homenagem aqueles que tiveram coragem de colocar a própria vida em defesa da democracia em nosso país #AraguaiaVive

@linsmatheus 3 mil soldados mobilizados para assassinar 60 guerrilheiros e torturar milhares de camponeses.. Não esqueceremos! #AraguaiaVive

@thiago_ujs @UJSBRASIL e Levante Popular da juventude em defesa da memória de luta do nosso povo. #AraguaiaVive



Fonte: www.ujs.org.br/span>

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UJS Ceará: Araguaia Vive  

Há 40 anos, no dia 12 de abril de 1972, teve início um grande movimento de contestação ao regime militar, conhecido como a guerrilha do Araguaia. Um momento importante para a história do povo brasileiro que ainda carece de ser esclarecido, já que até os dias de hoje não se sabe onde foram parar os corpos de diversos militantes que fizeram parte da guerrilha e que foram brutalmente assassinados pela ditadura.

Após o Ato Institucional número 5, o famoso AI-5, os militares intensificaram as perseguições, torturas e mortes contra os militantes de esquerda que lutavam por democracia, obrigando o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) a iniciar um movimento guerrilheiro para derrotar a máquina assassina do Estado brasileiro.

Os guerrilheiros, jovens em sua maioria, lutavam em nome da liberdade, contra um poderoso aparato militar. Pessoas como Antônio Ribas, presidente da União Paulista de Estudantes Secundaristas; Helenira Rezende, vice-presidente da UNE; os corajosos irmãos Maria Lúcia, Lucio e Jaime Petit; e o estudante de Química da UFC, o cearense Bergson Gurjão, dentre tantos outros.

Herdeira dessa geração de jovens que doaram suas vidas para defender a democracia, a União da Juventude Socialista do Ceará (UJS/Ce) vem prestar sua homenagem a esses lutadores que tombaram no Araguaia e, ao mesmo tempo, cobrar do Estado brasileiro o cumprimento da decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos de localizar os corpos dos guerrilheiros do Araguaia, além da instalação imediata da Comissão da Verdade para, dessa forma, podermos escrever mais uma página da nossa história.

Participe do tuitaço no dia 12 de abril com a tag #AraguaiaVive

União da Juventude Socialista do Ceará (UJS/Ce)

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# AraguaiaVive  


No dia 12 de Abril de 1972 jovens brasileiros que lutavam contra a ditadura militar iniciam uma luta heroica pela a liberdade, a guerrilha do Araguaia.


Com a intensificação das perseguições e mortes por parte dos militares contra os militantes de esquerda, que lutavam por democracia, o Partido Comunista do Brasil vê-se na obrigação de iniciar um movimento guerrilheiro, um movimento que conseguisse reunir forças para derrotar a máquina assassina do Estado brasileiro, legitimada pelo ato militar número 5, o famoso AI-5.

A guerrilha fora composta em sua maioria por jovens, pessoas como Antônio Ribas, presidente da União Paulista de Estudantes Secundaristas, Helenira Rezende, os corajosos irmãos Maria Lúcia, Lucio e Jaime Petit, Bergson Gurjão, muitas jovens mulheres também participaram da guerrilha, entre elas Áurea Valadão, Dinaelza Coqueiro, Luiza Garlipe, Telma Corrêa, entre outras. Estes jovens tinham em comum a vontade de viver em um país livre e soberano, viviam num regime de exceção que os jogou na ilegalidade, os perseguiu e matou, apenas pelos seus sonhos.

A União da Juventude Socialista é a herdeira destas dezenas de jovens que doaram suas vidas à causa libertária, seus sonhos permanecem vivos no coração da atual juventude brasileira que com a UJS continua a lutar por liberdade, democracia e um país soberano.

A UJS realizará no dia 12 de Abril diversos atos por todo o país em homenagem aos jovens guerrilheiros que tombaram no Araguaia. Os atos também servirão para cobrar que o Estado brasileiro cumpra a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos e localize os corpos dos guerrilheiros do Araguaia, além de pressionar o governo pela imediata instalação da Comissão da Verdade.

Mobilização #NasRedes e Nas Ruas
Ao mesmo tempo, convidamos aos internautas e ciberativistas para um tuitaço com a tag #AraguaiaVive.

Fonte: www.ujs.org.br

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Ato Contra a Comemoração do Golpe de 64  


Desta vez, passou dos limites. Os militares, que já vinham dando sinais de insubordinação assinando um manifesto contra a Comissão da Verdade, que prepararam um manifesto contra a Comissão da Verdade e recolheram mais de 500 assinaturas e preparam para o dia 29/03 o que já pode ser considerado provocação.

Dilma havia proibido comemorações, entre os representas da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, em relação ao aniversário do golpe de 31 de março de 1964, que os militares chamam de “Revolução”. Pois o Clube Militar antecipou a festa para o dia 29 e começou a distribuir os convites para a comemoração, que exige traje esporte fino.

Os militares também demonstram preocupação com a tentativa de alguns promotores de rever a Lei de Anistia. Nesta semana, houve a tentativa, frustrada, de reabrir o julgamento de Sebastião Curió, que foi responsável pelo massacre dos guerrilheiros do Araguaia.

Agora, uma festa no Clube Militar, em comemoração aos 48 anos do golpe militar que foi combatido pela jovem guerrilheira Dilma Rousseff, hoje presidente da República, tem potencial explosivo.

Temos um potencial mobilizatório incrivel e vamos fazer uso dele nessa convocatória para não deixar passar em branco os assassinatos e desmandos de um período nefasto da politica Brasileira. Cadeia para ditadores já!

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Com a história nas mãos, a juventude escracha os torturadores  

A verdade que torturadores, assassinos e criminosos políticos da ditadura de 1964 (juntamente com aqueles que os apóiam) querem esquecer, sobre as barbáries cometidas durante o período em que dominaram o país, começa a ganhar as ruas pela ação da juventude, levada pelo movimento Levante Popular da Juventude que, em hora apropriada, realizou ações contra torturadores e assassinos políticos em sete cidades brasileiras. A propriedade da hora é ressaltada pela iminência da nomeação, pelo governo federal, dos membros da Comissão da Verdade, e por ocorrer às vésperas da data escolhida por direitistas e conservadores – civis e militares saudosos da ditadura – se mobilizam para comemorar os 48 anos do golpe militar de 1º de abril de 1964.

O movimento se proclama, em seu manifesto, herdeiro dos lutadores contra a ditadura militar, vítimas da tortura e do assassinato político. Pretende, explicitamente, resgatar e revelar esta parte sombria da história que parece – diz aquele documento – “ser propositadamente esquecida: a ditadura militar”, época em que ”jovens como nós, mulheres, homens, trabalhadores, estudantes, foram proibidos de lutar por uma vida melhor, foram proibidos de sonhar” por uma ditadura “que cruelmente perseguiu, prendeu, torturou e exterminou toda uma geração que ousou se levantar”. Não deixaremos, diz, “que a história seja omitida, apaziguada ou relativizada por quem quer que seja”. Lembrando os que foram assassinados e torturados por ousar pretender “construir uma sociedade mais justa”, asseguram: essa “é também a nossa história”, dizendo: “nós somos seu povo”. E garantem: “Torturadores e apoiadores da ditadura militar: vocês não foram absolvidos!”


As ações ocorreram nos locais de moradia ou trabalho de reconhecidos torturadores que, ocultos pela falta de divulgação das barbaridades que cometeram, tocam a vida organizada e confortável como se nada tivesse acontecido e apesar de todo o mal e sofrimento que causaram. Manifestações barulhentas, com tambores e mobilização de jovens, cartazes e pichações do tipo “aqui mora um torturador” expuseram, em eventos que apelidaram de “escrachos” ou “esculacho”, para vizinhos e pessoas das relações de antigos agentes da ditadura os crimes que cometeram.

São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belém e Curitiba foram o cenário das primeiras manifestações. Seu objetivo não era o confronto mas a denúncia e o constrangimento dos torturadores e criminosos da repressão política da ditadura militar, explicou Lira Alli, uma militante do protesto em São Paulo. O movimento se contrapõe ao manifesto dos militares da reserva contra a Comissão da Verdade e quer a mobilização da juventude em defesa dela. Outro porta-voz do movimento em São Paulo, o acadêmico da Faculdade de Direito da USP Caio Santiago, concorda que o objetivo é pressionar pela Comissão da Verdade, e também expor publicamente os responsáveis por crimes cometidos contra os lutadores pela democracia e pelo progresso social que resistiram à ditadura. “A gente veio para dialogar com quem trabalha com o acusado de tortura”, disse ele, e expor, constranger e denunciar o torturador perante as pessoas que convivem com ele.

A juventude toma a história nas mãos e exige a investigação dos porões da ditadura. Este não será um 31 de março abertura fácil para os órfãos da ditadura de 1964. Fiel aos compromissos, sonhos e projetos de seus pais, tios, irmãos, dirigentes políticos, amigos, que ousaram enfrentar a tirania e pagaram um alto preço de sangue para resistir contra o arbítrio, eles empunham suas bandeiras históricas e tomam as ruas para limpar a nódoa que mancha a história do país e criar as condições para que, com a exposição da verdade, e com base nela, os brasileiros possam se reconciliar com sua história.

Para isso, convocam “a juventude e toda a sociedade” para esta tarefa e “em defesa da Comissão Nacional da Verdade” e proclamam: “Até que todos os torturadores sejam julgados, não esqueceremos, nem descansaremos”.

Fonte: www.vermelho.org.br

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Orgulho de Ser Nordestino!  

A União da Juventude Socialista (UJS) do Ceará vem a público se manifestar contra mais uma demonstração pontual de racismo contra o povo do Nordeste do Brasil. Em menos de um ano, outro episódio de preconceito regional, desta vez do estudante que assina como “Caio César, de 20 anos”, expõe ao público mais um caso grave deste tipo de atitude irracional, ao tomar dimensão nacional, já que o primeiro foi em plena eleição da presidente Dilma Rousseff, quando a estudante de direito de São Paulo, Mayara Petruso, atacou com expressões preconceituosas o povo nordestino.

Este novo episódio, referente à homenagem prestada ao povo do Nordeste pela Escola de Samba Acadêmicos do Tucuruvi (Escola da Zona Norte de São Paulo), não pode ser minimizado, mas sim repudiado, porque parece ser uma atitude que se vale da covardia do anonimato que a internet possibilita para expor um lamentável ódio “pessoal” contra toda a sociedade, as culturas e os grupos sociais que compõem essa região do país, o que, em uma dimensão ampla, é um ataque ao próprio povo brasileiro.
O indivíduo que covardemente mandou email para Escola de Samba sob a assinatura de “Caio César, 20 anos” vem defendendo atitudes separatistas que se chocam com a universalização e o humanismo constitucional que defende a igualdade entre todos os brasileiros. Uma ignorância plena e exata que vai na contramão de uma globalização cultural que se expressa através da riqueza da miscigenação entre as raças, pelos hibridismos, pelo sincretismo cultural, de símbolos, e, principalmente, de pessoas.

Mesmo se tratando de uma Manifestação localizada, essa atitude irracional deve ser punida severamente, pois é prevista como crime pela Constituição Federal Brasileira promulgada em 1988. Cabe à Polícia Federal, ao Ministério Público e à Justiça agir com firmeza, dando exemplo a partir da punição do responsável por esse fato para que isso nunca mais aconteça.

Essas reações preocupam não apenas os cearenses e os nordestinos, mas também todas as pessoas sensatas das regiões de onde partem esse tipo de manifestações. Sabemos que a imensa maioria das pessoas do Sudeste, do Centro-Oeste e do Sul é absolutamente contra esse ódio manifestado por pessoas pobres de espírito, de caráter, que destilam o preconceito de raça, cor, etnia, gênero, sexualidade, classe e, sobretudo, contra qualquer um que eles - a partir de impressões subjetivas – julguem diferentes ou desiguais a eles.

A UJS, que levanta no Estado, no Nordeste e no Brasil a bandeira do socialismo, principalmente através da união, da igualdade e da harmonia entre todas as raças, etnias, gêneros, sexos, culturas, vem repudiar veementemente mais esse lamentável ato, conclamando a todos e a todas a tomarem a mesma atitude. Acreditamos que a educação, a convivência e a fraternidade são as principais e mais potentes armas contra esse tipo de discriminação, e a igualdade entre os seres humanos é o principal passo para este mundo utópico mais educado e mais fraterno.

União da Juventude Socialista do Ceará

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Senado argentino aprova o casamento gay  

Para Denílson Júnior, diretor do LGBT da UNE a conquista deste direito significa um
avanço que deve ser repetido em outros países.


A Argentina se tornou na madrugada desta quinta-feira o primeiro país latino-americano a autorizar o casamento homossexual, após um acalorado debate que durou quase 15 horas no Senado e refletiu a profunda divisão política e social que vive o país. O projeto de lei impulsionado pelo governo de Cristina Fernández Kirchner foi aprovado por 33 senadores, com 27 votos contra e três abstenções, em sessão classificada como "histórica" pela imprensa local.
Durante a votação, milhares de pessoas se manifestaram em frente ao Congresso a favor e contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Em mais de seis horas de debate na Câmara Alta, dezenas de senadores expuseram suas opiniões sobre o projeto de lei impulsionado pelo governo para legalizar a união homossexual.

Cartazes gigantescos com palavras de ordem como "Só homem e mulher" ou "Eu quero um papai e uma mamãe" estavam nas mãos de grupos contrários ao casamento homossexual, que carregam imagens religiosas e rezavam com terço na mão para pedir a rejeição da proposta governamental. Ao lado, grupos de defesa dos direitos humanos e coletivos homossexuais reivindicam o casamento entre pessoas do mesmo sexo com palavras como "Tirem a batina" e "Tirem seus rosários de nossos ovários", apoiados por organizações governistas.

A lei "representaria o reconhecimento de todos os direitos que implica o casamento e também o acesso à igualdade perante a lei, que é uma ferramenta indispensável para conseguir a igualdade social", sustentou a titular da Federação de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais da Argentina (FALGBT), María Rachid.

Já Jorge Vertín, um dos manifestantes contra o casamento homossexual, está convencido de que "é um pensamento universal que só um homem e uma mulher podem casar. O casamento entre pessoas do mesmo sexo se trata de uma conduta desviada e que perverte a ordem natural", afirma.
Comentários semelhantes foram ouvidos no Senado argentino, como o da senadora Sonia Escudero que, apesar de governista, rejeita o casamento homossexual por considerar que "a relação homem-mulher é fértil, a relação homossexual é estéril, e como é diferente é preciso dar-lhe uma regulação diferente".

No extremo oposto, Luis Juez, da opositora Frente Cívica, optou por apoiar ao governo porque, embora se apresente como "cristão", entende que "nem na Bíblia há um parágrafo onde Cristo fosse contra os homossexuais" e aposta por centrar o debate na modificação do código civil, "uma instituição laica, em um país laico". O também opositor Arturo Vera, no entanto, diz não aceitar que "a união de heterossexuais e a de homossexuais seja a mesma coisa".Apenas quatro cidades argentinas admitiam a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Desde dezembro, pelo menos oito casais homossexuais se casaram no país mediante recursos
judiciais, mas alguns enlaces foram posteriormente cancelados.

A Lei de União Civil da cidade de Buenos Aires, aprovada no final de 2002, foi o primeiro antecedente no país e o primeiro reconhecimento dos casais homossexuais na América Latina.

No mundo
A Argentina não é o único país que aprova a união gay. Outras 9 nações, a maioria européia, já incluíram em suas legislações este direito para a população. São elas: Portugal, Espanha, Holanda, Bélgica, Suécia, Noruega, Canadá, África do Sul e Islândia. Este último sendo o único país a ter um chefe de Estado, a premiê social-democrata Johanna Sigurdadottir, assumidamente homossexual.

Porém, a homofobia ainda existe e cerca de 80 países consideram o homossexualismo um ato “imoral e criminoso”. As penalidades para o relacionamento de pessoas do mesmo sexo variam entre execução de trabalhos considerados pesados, multas, prisões (que em alguns lugares atingem a perpétua) e em outros mais radicais a pena de morte. É o caso do Irã, Mauritânia, na Arábia Saudita, no Sudão, no Iêmen e em determinadas regiões da Nigéria e da Somália - todos eles países onde a religião predominante é muçulmana.

Na Guiana, país fronteira com o norte do Brasil, o homem homossexual pode receber a pena de prisão perpétua. Já para a união de mulheres não há qualquer sanção.

No Brasil
No Brasil, a homossexualidade é legal desde 1831, ou seja, somos o primeiro país da América do Sul a não condenar legalmente atos homossexuais, seguido por Paraguai (1880) e Argentina (1887), além de possuir proibição constitucional contra a discriminação com base na orientação sexual.

Em algumas cidades do país como o Rio Grande do Sul, os casais do mesmo sexo têm parte dos direitos decorrentes do casamento e em São Paulo a adoção conjunta por casais homossexuais é legal. Conquistas essas alcançadas através de grupos que discutem e defendem os direitos. A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) promoveu uma campanha contra a homofobia, chamando a atenção para Projetos de Leis favoráveis à causa que ainda tramitam no Congresso Nacional, como a legalização do casamento homossexual.

Em entrevista para o EstudanteNet, Denílson Júnior, diretor do LGBT da UNE, acredita que o direito conquistado pela Argentina, nosso país vizinho, é uma vitória para todos nós. “Parabenizamos as entidades do movimento LGBT da Argentina. Esperamos que o Brasil avance nessa questão e outros países também que ainda adotam a pena de morte para homossexuais. Gostaríamos que a medida sensibilizasse nossos governantes para que a lei seja aprovada aqui”.

Da Redação e Terra

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