Deputados manifestam apoio à luta por 10% do PIB para Educação
Os estudantes receberam grande apoio dos parlamentares no ato público que realizaram, nesta quarta-feira (9), na Câmara dos Deputados, em Brasília, reivindicando a destinação de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para educação. A deputada Manuela d´Ávila (PCdoB-RS), a primeira a falar, foi seguida pelos demais oradores, parabenizando e incentivando os jovens a lutarem por mais recursos para educação, o que consideram essencial para o desenvolvimento do país.
"Nada acontece de graça. Tudo precisa de investimento. É preciso que haja investimento para que as escolas acolham os estudantes de 2012 não como escolas de 1930”, disse Manuela, sob aplausos e gritos de aprovação dos jovens.
O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, o último a falar na manifestação, que reuniu grande número de parlamentares, também manifestou apoio à reivindicação dos estudantes. Ele disse que apoia a luta dos estudantes porque a educação é essencial num projeto de desenvolvimento nacional para nosso país.
E disse ainda que “os recursos do pré-sal deviam ser usados basicamente para educação e pesquisa, porque se juntam ai duas questões fundamentais: povo mais educado e base material mais avançada garantem nação moderna e com condições de levar adiante seus grandes projetos”.
A manifestação, liderada pela União nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), coincidiu com a reunião da Comissão do Plano Nacional de Educação (PNE) para discussão do parecer do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) ao Plano Nacional de Educação (PNE).
Para os parlamentares, como Chico Lopes (PCdoB-CE), Fátima Bezerra (PT-RN) ou ainda Ivan Valente (Psol-SP), a escola de hoje não corresponde ao Brasil que se desenvolve. E para haver acompanhamento do setor educacional ao desenvolvimento do país, é preciso que haja mais investimentos.
Os deputados do PCdoB, como a líder da bancada, Luciana Santos (PE) e ainda Alice Portugal e Daniel Almeida, ambos da Bahia, e Assis Melo (RS) também se manifestaram em apoio á luta dos estudantes. E enfatizaram a importância da mobilização da juventude para garantir avanços para a educação no Brasil. Segundo eles, a reivindicação de mais recursos atende a necessidade de garantir qualidade para a educação, que vive um momento de ampliação de matrículas.
Projeto em discussão
No fim de abril, Vanhoni apresentou o segundo substitutivo ao texto enviado pelo Executivo em 2010. No texto, o deputado mantém a meta prevista em seu primeiro relatório - investimento público no setor de 8% do Produto Interno Bruto (PIB) em até dez anos.
O financiamento da educação é o ponto mais polêmico do PNE, que reúne metas para todas as etapas do ensino no País. Atualmente, União, estados e municípios aplicam, juntos, 5% do PIB na área. No texto original, o governo havia sugerido o aumento do índice de investimento direto para 7% em uma década, mas entidades da sociedade civil pedem pelo menos 10%.
Em seu primeiro relatório, apresentado em dezembro, Vanhoni já havia proposto a meta de 8% de investimento total. Esse índice inclui recursos de bolsas de estudo e financiamento estudantil, além da contribuição previdenciária dos professores da ativa.
A diferença entre o primeiro e o segundo relatório é que este prevê a fixação de duas metas distintas: 8% de investimento total e 7,5% de investimento direto. Para Vanhoni, os valores são suficientes para garantir “um salto de qualidade e atendimento à educação brasileira”.
O presidente da comissão, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), espera que o PNE seja votado até o final deste mês. Deputados da oposição ameaçam, no entanto, levar a proposta ao Plenário caso o relatório mantenha a meta total de 8% do PIB.
O projeto tramita em caráter conclusivo e, depois de aprovado pela comissão especial, pode seguir diretamente para o Senado.
De Brasília
Márcia Xavier
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7% do PIB não são suficientes para educação, dizem especialistas

Os especialistas que participaram da audiência pública para discutir o Plano Nacional de Educação (PNE), nesta terça (20), na Câmara, foram unânimes ao afirmar que os 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, propostos pelo governo federal para serem investidos na área, até 2020, não serão suficientes para garantir um padrão mínimo de qualidade para o setor.
O relator do projeto, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), reafirmou que, a despeito da opinião contrária dos convidados, manterá no seu substitutivo o percentual de 7,5%, já renegociado com a equipe econômica do governo. “Esse percentual será suficiente para promover uma verdadeira revolução na área”, garantiu.
Os deputados presentes à audiência, entretanto, não se convenceram. E defenderam que o relatório só seja colocado em votação após uma reunião da Comissão Especial do PNE com a equipe econômica para discutir valores.
O coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, disse que um estudo realizado pelo coletivo, que reúne diversas entidades da sociedade civil organizada, concluiu que, para financiar as metas previstas no PNE, será necessário investir 10,4% do PIB. “Se a gente não investir 10%, não vamos conseguir expandir a educação como determina o PNE, com um padrão mínimo de qualidade”, afirmou.
Segundo ele, os estudos feitos pelo Ministério da Educação (MEC) que apontaram que o percentual de 7% é suficiente não obedecem aos critérios definidos pelo Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi).
Ele também defendeu a necessidade do aumento dos investimentos federais no setor. De acordo com Cara, durante os governos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, a união se desresponsabilizou progressivamente pela área. “O esforço real do financiamento da educação se dá pelos estados e municípios”. Conforme o coordenador-geral, os estados arcam com 41% dos custos do setor, os municípios com 31% e a união, com 20%.
Professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Nelson Amaral afirmou que a dificuldade em estabelecer os parâmetros de cálculos para o percentual do PIB a ser empregado na área decorrem da dificuldade brasileira em definir qual educação ela quer para o país. O professor mostrou estudos baseados no custo anual dos alunos matriculados em creches para demonstrar a discrepância entre os parâmetros possíveis de serem adotados.
Ele afirmou que o MEC estima em R$ 2,5 mil o custo/aluno creche por ano. Para a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o valor é de R$ 5,1 mil. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) aponta para R$ 6,4 mil. E o Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi) fixa em R$ 7,4 mil. “A questão é definir que qualidade queremos”, provocou.
O professor demonstrou também que as discrepâncias obedecem às desigualdades regionais brasileiras. No nordeste, esse custo é estimado em R$ 1,8 mil, enquanto na região sudeste fica em R$ 8,2 mil. O investimento dos países desenvolvidos é ainda maior. Nos Estados Unidos, chega a US$ 14 mil.
“Se o Brasil aplicar 10% do PIB em educação, atingirá um padrão de qualidade próximo ao da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de US$ 6 mil por aluno, entre 2020 e 2030. Se investir apenas 7% do PIB, se irá se equipar aos países desenvolvidos somente entre 2040 e 2050”, apontou.
O professor da Universidade de São Paulo (USP), José Marcelino de Rezende Pinto, calculou em 10,7% o percentual do PIB necessário para financiar as metas educacionais previstas pelo PNE. Segundo ele, os 7% apontados pelo governo correspondem às necessidades apenas deste ano.
O representando do Conselho Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos, criticou a falta de qualidade do ensino brasileiro. “Em vários estados, em cada 100 alunos que terminaram o ensino médio, apenas dois aprenderam o esperado em matemática”, exemplificou. Segundo ele, o Brasil possui um custo médio por aluno/ano de R$ 3,5 mil, enquanto os países da comunidade europeia investem R$ 9 mil. “É uma diferença enorme”.
O relator, Ângelo Vanhoni, defendeu seu substitutivo, afirmando que ele avança muito a partir das metas elaboradas inicialmente pelo governo, em 2010. No caso das crianças de 0 a 3 anos, matriculadas nas creches, o substitutivo fixa em R$ 3,5 mil o custo anual por aluno, enquanto o governo emprega, hoje, R$ 2,2 mil.
No final do debate, o deputado Arthur Bruno (PT-CE) propôs que a Comissão só vote seu relatório após debate com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Precisamos discutir os números com ele. Investir 7,5% do PIB em ensino é um avanço, mas precisamos ouvir o ministro”, afirmou.
O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) reforçou a proposta. “Não há restrição fiscal para destinar os 10% do PIB para a educação. O relatório simplesmente enquadra a proposta que veio do Palácio do Planalto”, disse.
O deputado Newton Lima (PT-SP), concordou com o debate, mas ressaltou que os deputados não devem criar um antagonismo entre a política de responsabilidade fiscal e a política educacional. “Se a gente fizer isso, vamos cometer um grave equívoco, porque temos um país em reconstrução, inclusive na sua macroeconomia”, justificou.
Para Lima, a atual situação de instabilidade econômica mundial não permite que o governo faça uma estimativa supervalorizada dos recursos disponíveis para investir mesmo em setores imprescindíveis, como educação ou saúde.
Fonte: Por Najla Passos na Carta Maior
www.ujs.org.br
Estudantes já podem se inscrever em lista de espera do ProUni

A partir de hoje (22), os estudantes que se inscreveram para disputar uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni) e não conseguiram o benefício podem se cadastrar na lista de espera. O instrumento será usado pelas instituições de ensino para preencher as bolsas que tenham sobrado.
Os estudantes devem acessar o site do programa e clicar na opção “manifestar interesse na lista de espera”. O prazo se encerra sexta-feira (24). Nesta edição, o ProUni ofereceu 194 mil bolsas de estudo e mais de 1,2 milhão de alunos candidataram-se para receber o benefício.
Para participar do ProUni, é necessário ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou ter estudado em colégio particular com bolsa integral. As bolsas integrais são destinadas àqueles com renda familiar per capita mensal de até 1,5 salário mínimo. Já o benefício parcial pode ser pleiteado por quem tem renda familiar per capita de até três salários mínimos.
fonte: Agência Brasil
Estatuto da Juventude é aprovado na CCJ do Senado
Aprovado nesta quarta-feira (15) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o Estatuto da Juventude garante e protege direitos de jovens de 18 a 21 anos, entre eles a garantia de descontos de ingressos para eventos públicos, inclusive partidas de futebol da Copa do Mundo de 2014 e competições dos Jogos Olímpicos de 2016. A matéria será apreciada ainda pelas comissões de Assuntos Sociais; de Educação, Cultura e Esporte e pela de Direitos Humanos e Legislação Participativa.
O projeto aprovado na CCJ estabelece que a meia-entrada será distribuída da seguinte forma: 40% dos ingressos para eventos financiados exclusivamente com recursos privados e 50% dos ingressos para eventos bancados com verbas públicos – tanto na área esportiva quanto na artística e cultural.
O relator da matéria, Randolfe Rodrigues (PSOL-PA), ao ser questionado sobre a indefinição quanto ao direito de estudantes à meia-entrada durante a Copa do Mundo de 2014, um dos impasses para aprovação na Câmara da Lei Geral da Copa, foi enfático: "O estudante tem direito a meia-entrada em todos os eventos esportivos como foi aprovado aqui na CCJ. Não me interessa o que pensa a FIFA. O Brasil é soberano e aqui é a casa legislativa de um país soberano".
Carteira estudantil
Sob o argumento de evitar fraudes na confecção de carteiras estudantis, Randolfe determinou, em seu relatório, que a identificação estudantil seria expedida exclusivamente pela Associação Nacional de Pós-Graduandos, pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e pela União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), bem como por entidades estudantis estaduais e municipais a essas entidades filiadas. Estabeleceu ainda que o documento terá selo de segurança personalizado, com padrão único definido pelas entidades estudantis nacionais.
Fonte: Rede Brasil Atual
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Pernambucana Manuela Braga é eleita nova presidente da Ubes
Terminou neste domingo (4) o 39º Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), que reuniu em São Paulo cerca de cinco mil estudantes do ensino fundamental, médio,profissionalizante e pré-vestibular de todos os estados do país. O encontro elegeu a pernambucana Manuela Braga, de 19 anos, — aluna do curso técnico deSaneamento Ambiental no Instituto Federal de Ensino de Educacao,Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IF-PE) — a nova presidente da entidade.
Manuela, que vive no Recife, terá agora o desafio de percorrer as escolas de todo o país, conhecendo os problemas de cada grêmio e debatendo soluções para a educação brasileira.
Participaram da votação 1.561 delegados, escolhidos em eleições realizadas em escolas de todo o país. A chapa que elegeu Manuela, “Movimento estudantil unificado pelas mudanças do Brasil”, teve 1.288 votos,correspondendo a 82,5% do total. O outro candidato à presidente da Ubes foi Gladson Reis, de Belo Horizonte, representando a chapa “Rebele-se: A Ubes é para lutar”, que teve 273 votos — 17,5% do total.
Considerado o mais importante encontro do movimento estudantil brasileiro, ao lado do Congresso da UNE, o Congresso da Ubes definiu os rumos do movimento estudantil secundarista para os próximos dois anos. Com o tema “Todos juntos por uma educação do tamanho do Brasil”, o encontro serviu também para convocar a manifestação #OcupeBrasília, um acampamento dos jovens na Esplanada dos Ministérios, a partir dessa segunda-feira (5), em defesa da aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) com 10% do PIB investidos nesse setor.
Manuela
A nova presidente da Ubes terá a partir de agora que conciliar as aulas, livros e provas com a missão de representar os milhões de estudantes brasileiros do ensino fundamental,médio, técnico e pré-vestibular.
Ao que parece, não será uma tarefa fácil. Nos bastidores do Congresso que a elegeu, visivelmente emocionada, Manuela deixou escapar que também está com a cabeça nas aulas de biotecnologia. É certo que nada parece ter sido muito fácil na história de vida dessa jovem nordestina, cuja mãe veio da pequena Nazaré, no interior do Piauí, e o pai de Vicência, no sertão pernambucano. Militante da União da Juventude Socialista (UJS), antes de se tornar presidente da Ubes, ela presidiu a União Metropolitana de Estudantes Secundaristas do Recife e foi líder do grêmio de sua escola técnica.
Comunicativa e animada, torcedora do Sport Clube Recife, fã deforró, MPB e até funk carioca, guarda carinho também pelo teatro e pelo cinema. Na literatura, seu livro favorito é “A Hora da Estrela”, cânone de Clarice Lispector. Curiosamente, o romance conta a vida de outra jovem nordestina, Macabéa, com origens familiares pobres nos rincões do Brasil. No entanto, ao contrário da personagem lispectoriana, cuja triste trajetória é marcada pela exclusão social, pela opressão e o esquecimento no sudeste, Manuela ganha o centro das atenções no debate público do país, tendo muito a falar e disposta a mudar a realidade:
“Sempre me incomodei em conhecer estudantes pobres que não assistiam aula por não ter dinheiro para o transporte, sempre me incomodei em conhecer alunos do turno da noite que não possuíam dinheiro para a alimentação. Essa ainda é a realidade de muitos, não somente no nordeste, mas em todo o país”, afirma.
Como principais objetivos de sua gestão Manuela elenca a ampliação do ensino técnico e de projetos como o Pronatec, a reforma do ensino médio aliando a educação propedêutica à aprendizagem profissional, o aumento de investimentos na escola pública, a conquista federal da meia-entrada e do passe-livre para estudantes de todos os estados e o fortalecimento das políticas públicas para a juventude no país.
Além disso, espera ver o movimento estudantil secundarista ainda mais antenado com outras pautas como o meio ambiente, assunto que gosta e domina, e o preconceito contra as mulheres. “Conheço muitas meninas, dentro das escolas desse país, que têm sonhos, inteligência e muita capacidade de participar dos grêmios, da Ubes, mas sofrem preconceitos e repressão de todos os tipos.São mal vistas pelos colegas, pela família, pela sociedade que não compreende uma mulher nova e livre, com participação política, poder e voz. Isso precisa mudar”, enfatiza, em um tom que soa como um convite a todas as potenciais jovens Macabéas do Brasil a se tornarem protagonistas na mudança do roteiro de suas vidas e da nação.
Com informações da assessoria de imprensa da Ubes
Estudantes Cearenses declaram Greve Geral em apoio aos professores e em defesa da Educação
Na manhã do último dia 12 de agosto, mais de 200 estudantes de Escolas Estaduais de Educação Profissional (EEEP) compareceram a Assembléia Geral dos Professores do Estado do Ceará . Durante a Assembléia a UBES convocou uma reunião com as demais entidades estudantis presentes e com as lideranças estudantis das Escolas e, após uma série de relatos por parte das lideranças sobre como está crítica a situação das EEEP´s e a perseguição que mestres e estudantes estão sofrendo durante a greve dos professores, decidiram deflagrar a Greve Estadual dos Estudantes das EEEP´s.
A decisão foi anunciada na Plenária pelo diretor da UBES, Vinicius França, e recebida com muito entusiasmo pelos professores e estudantes presentes, que aplaudiram a corajosa posição tomada pelo corpo do movimento estudantil. “Já que os professores das EEEP´s não podem parar por serem temporários e não terem estabilidade, os estudantes estão, neste momento, assumindo a dianteira do movimento e declarando Greve Geral dos Estudantes” disse Vinicius, ao anunciar a decisão.
A Greve dos Estudantes já começa com a adesão imediata de várias EEEP´s da Capital e do Interior e a expectativa é ampliar rapidamente o número de adesões, como disse o Presidente da ACES, Israel Balaio “Quanto mais adesões a greve tiver, mais o Governo vai se sentir pressionado a atender às demandas”.
As entidades e as lideranças estudantis das EEEP´s estão comprometidas com o movimento que tem como intenção defender a educação pública no estado do Ceará, como disse a gremista da EEEP José de Barcelos, Fernanda Almeida “O Ceará passa por uma Crise na Educação e é pra resolver isso que estamos em Greve. A situação nos revolta e é por isso que lutamos. Estudantes revoltados, direitos conquistados”.
O diretor da UBES Vinicius França, informou que a greve dos estudantes não tem previsão para acabar e além da pauta dos professores, terá bandeiras próprias.
Blog: UJS/Ceará
Estudantes ocuparão Brasília em defesa de suas bandeiras no PNE
Com objetivo de chamar a atenção da sociedade sobre a importância de mais investimentos para a educação, estudantes organizam intervenções em todo o país. Uma grande marcha na próxima quinta-feira (24) em Brasília levará 10 mil ao planalto central e a presidente Dilma acenou com a possibilidade de receber a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) em audiência.
Com a chamada “A educação tem que ser 10 – Por um Plano Nacional de Educação (PNE) a Serviço do Brasil”, a UNE, a Ubes e a ANPG convocam para esta semana uma série de manifestações em todo o Brasil que irão ocorrer de segunda a sexta-feira (21 a 25). A tradicional jornada nacional de lutas das entidades, que acontece anualmente, contará com uma grande marcha em Brasília (DF) na próxima quinta-feira (24), para levar ao ministro da educação, aos presidentes das casas legislativas e, também, à presidente Dilma Rousseff, documento com as reivindicações dos estudantes para o próximo período.
A audiência com o Ministro Fernando Haddad está confirmada para as 17 horas e a presidente Dilma, em conversa com o presidente da Ubes, Yann Evannovick, nesta segunda-feira (21), disse que tem disposição de receber os estudantes na quinta-feira (24). Segundo Yann, Dilma afirmou, a respeito da passeata, que “é assim que movimento social tem que se portar, pressionar e pautar o governo”, demonstrando respeito ao movimento estudantil e atenção à pauta.
Na pauta, o PNE
Segundo o presidente da Ubes as entidades estudantis terão sua atenção voltada o Plano Nacional de Educação (PNE). Essa pauta vai desde a luta pelo passe livre, democracia na escola, ampliação de vagas nas universidades públicas, reajuste das bolsas de pós-graduação, regulamentação do ensino privado, até a aceleração do ingresso dos jovens no mercado de trabalho, “para que o jovem saia do ensino médio com uma profissão – sem perder a perspectiva de ingresso no ensino superior”, defende Yann. “Todas essas questões estão vinculadas ao financiamento, por isso pautamos no centro da Jornada as pautas de 10% do PIB e 50% do fundo social do Pré-sal para a educação”, completa o presidente da Ubes. Os estudantes criticam também a ortodoxia na política econômica do novo governo, refletida no corte de 50 bilhões, atingindo o financiamento das universidades.
Yann explica que a proposta de PNE encaminhada para o Congresso Nacional prevê 7% do PIB para a Educação. “Acreditamos que esta pauta cabia há 10 anos atrás, quando foi aprovada pelo Congresso e vetada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso no PNE passado. Agora, para diminuir a dívida que existe com a educação, cujo montante é cada dia maior, é preciso garantir uma quantidade maior de recursos”, reforça o estudante.
Sem veto
Uma sinalização positiva dada pelo então presidente Lula em acordo com a presidente Dilma Rousseff em 2010 foi a aprovação de uma medida que impede a Presidência da República de vetar qualquer artigo do PNE que se refira a investimentos. Isso significa que se o movimento tiver uma vitória em relação ao financiamento da educação no Congresso Nacional ela estará garantida, sem possibilidade de veto.
Além das pautas gerais relacionadas ao PNE, em cada lugar haverá a incorporação de bandeiras locais aos protestos, como a luta pela melhoria do transporte público e mais investimentos na educação municipal e estadual. Serão cerca de 120 atividades em universidades, 40 passeatas e atos de rua em mais de 70 cidades de todas as regiões do país.
Momento único
Para o presidente da UNE, Augusto Chagas, o Brasil vive momento único de oportunidades em diversas áreas e precisa se convencer de que é “necessário e urgente priorizar a educação em todas as suas etapas”. Chagas convoca: “Por isso, vamos às ruas nessa jornada para tornar público o debate deste Plano Nacional de Educação que é tão decisivo. Precisamos envolver a sociedade para discutir a educação que queremos para os próximos dez anos”.
A presidente da ANPG, Elisangela Lizardo, defende que "é importante as entidades estudantis, os sindicatos de professores e outras organizações que lutam em defesa da educação se unificarem em torno da defesa de uma educação plural, crítica e de qualidade, pois é necessária ao nosso país a formação de pessoas qualificadas, capazes de desenvolver bons trabalhos e se realizarem pessoalmente". A principal pauta da ANPG na jornada é o aumento de bolsas mestrado e doutorado, que estão há 3 anos sem reajuste. "Defendemos o reajuste de acordo com último Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG), que previa o aumento de 50% do valor das bolsas de pesquisa entre 2005 e 2010. Já há um novo plano e a meta não foi cumprida. Neste reajuste, é preciso considerar ainda a taxa de inflação", explicou Elisangela, que esclareceu, ainda, que o objetivo da pauta é valorizar o pesquisador, "que é um elemento central no desenvolvimento de pesquisa e inovação para o país e para a garantia da soberania nacional", disse.
Durante a jornada nacional da lutas, as entidades irão também apresentar as suas 59 emendas ao Plano Nacional de Educação e lançar a campanha #educacaotemqueser10 no Twitter. Nesta quinta-feira (24) está previsto um “twittaço” sobre o tema.
Confira o calendário de lutas:
Segunda-feira (21), Dia Nacional de Ocupações
Será um dia de atividades simultâneas com intervenções políticas e culturais em dezenas de universidades. Haverá série de ocupações de reitorias e espaços dentro das instituições a partir desta segunda-feira, 21 de março, dando início à onda de protesto. A abertura oficial ocorreu durante debate na USP, no Centro Acadêmico 11 de Agosto, ao meio-dia, com o tema da jornada “A educação tem que ser 10 – Por um Plano Nacional de Educação (PNE) a Serviço do Brasil”.
Terça-feira (22), passeata em São Paulo
Os estudantes voltam às ruas da capital paulista para mais uma passeata contra o aumento abusivo nas tarifas do transporte público. A concentração será às 10 horas no vão livre do Masp. De lá, a marcha prossegue em direção à Assembléia Legislativa, onde está em tramitação a Proposta Emenda Constitucional (PEC) do Pré-sal municipal, que cria o Fundo Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social. O Fundo gerenciará os recursos provenientes do Pré-Sal para o estado de São Paulo e já destina 50% para Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia.
Quarta-feira (23), passeata no Rio de Janeiro
A jornada nacional de lutas organiza uma grande passeata no Rio de Janeiro embalada pelos protestos contra a visita do presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Os estudantes vão se concentrar na quarta-feira (23) na Candelária, às 10 horas, e de lá partem para a Câmara Municipal. O objetivo é pressionar o voto dos parlamentares a favor do projeto de lei que estará tramitando no dia e garantirá a meia passagem no transporte público aos alunos do ProUni e beneficiados por programas de cotas e reserva de vagas.
Quinta-feira (24), Grande Marcha em Brasília
Cerca de 10 mil estudantes tomarão Brasília colorindo a Esplanada dos Ministérios com a irreverência característica do movimento estudantil. A concentração será às 10 horas, em frente à Biblioteca Nacional. A marcha, que terá o reforço de uma bateria de samba, seguirá para o Congresso Nacional. Lá, os estudantes esperam ser recebidos por Dilma Rousseff. A audiência já foi solicitada e o objetivo será dialogar com a nova presidente a pauta de reivindicações, principalmente, a respeito de dois temas: o veto do presidente Lula ao projeto de lei que destina 50% do fundo social do Pré-sal para a educação e os recentes cortes no orçamento que podem atingir o financiamento das universidades.
Da redação, Luana Bonone, com assessoria
Fonte: www.vermelho.org.br
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Contra arrocho na Educação, juventude terá jornada de lutas
Por conta da tesoura em R$3 bilhões no orçamento da pasta, o movimento estudantil pressionará o governo com grandes mobilizações.
O anúncio do corte de R$3 bilhões no orçamento da Educação anunciado na última segunda-feira (28) foi entendido pelos movimentos sociais – e principalmente o estudantil – como um retrocesso no crescimento contínuo visto nos últimos anos. Ao contrário do que foi dito no primeiro pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff, a equipe econômica do Planalto conteve a ampliação das transformações do Brasil via ensino público ao estabelecer uma verba menor ao setor.
Por conta da tesoura em R$3 bilhões no orçamento da pasta, o movimento estudantil pressionará o governo com grandes mobilizações.
O anúncio do corte de R$3 bilhões no orçamento da Educação anunciado na última segunda-feira (28) foi entendido pelos movimentos sociais – e principalmente o estudantil – como um retrocesso no crescimento contínuo visto nos últimos anos. Ao contrário do que foi dito no primeiro pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff, a equipe econômica do Planalto conteve a ampliação das transformações do Brasil via ensino público ao estabelecer uma verba menor ao setor.
Fonte: site nacional da UJS
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Prefeitura de Fortaleza promove seminário sobre meia estudantil
Seminário sobre meia estudantil está com inscrições abertas
:: SERVIÇO
Prazo de inscrição: até o dia 28 de fevereiro
Horário: das 9h às 17h
Local: Hotel Amuarama (Av. Deputado Oswaldo Studart, 888, esquina com Av. Borges de Melo)
Informações: 3452.5378
Movimentos sociais são contra o aumento da passagem
Movimentos sociais de Fortaleza promoveram hoje, 23, na Praça do Ferreira, um ato contra o aumento da passagem. Vejam a nota:
MOVIMENTOS SOCIAIS CONTRA O AUMENTO DA PASSAGEM
Venha com a gente, embarque nessa luta!
Outra vez a mesma história. Depois de dar um aumento desprezível para os motoristas e cobradores de ônibus (7%), os empresários do transporte de passageiros vêm com essa conversa de aumentar a passagem (22%) para cobrir o seu prejuízo. E nesse jogo, quem sempre se dá mal somos nós que dependemos desse sistema de transporte para sobreviver.
Já não basta o sofrimento de todos os dias com ônibus lotados, quentes e sem nenhum conforto; terminais com filas gigantescas; e viagens demoradas e estressantes. Agora temos que pagar mais caro por um serviço que nunca melhora. E eles argumentam que Fortaleza tem a passagem mais barata das capitais brasileira. Mesmo que seja verdade, o preço ainda é muito alto para a qualidade do transporte que é oferecido.
Nada justifica esse reajuste proposto. E nesse sentido, nós que fazemos parte dos movimentos sociais de Fortaleza não concordamos com qualquer aumento de passagem e exigimos melhorias imediatas no sistema municipal de transporte. Reivindicamos, ainda, a criação do Conselho Municipal de Transporte para que a sociedade participe dessas decisões.
Precisamos impedir esse reajuste e, para isso, contamos com o seu apóio. Não deixe o bonde passar.
Entenda o problema
Nesta terça-feira, 8, representantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) reuniram-se com a prefeita Luizianne Lins e propuseram aumento de 22% em cima do valor atual da passagem. Caso aprovado, o valor passará de R$ 1,80 para R$ 2,20. (O Povo On-line, 09 de fevereiro)
UNE – UBES – FBFF – UNEFORT – ANPG - SEEACONCE – ACES – JPL - UJS – CEBRAPAZ – UBM – UNEGRO – DCE da FIC - Associação do Bairro Ellery – Centro Socorro Abreu – Grêmio da Escola José de Barcelos – Grêmio do Liceu do Ceará
Diretoria Executiva da UBES define o local do 1º Encontro de Grêmios e valores de credenciamento
O campus Maracanã da UERJ será o cenário do 1º Encontro Nacional de Grêmios da UBES. A taxa de inscrição é de R$ 25
Aconteceu na última sexta-feira, dia 17, na sede das entidades estudantis, em São Paulo, a última reunião da Diretoria Executiva da UBES e da comissão organizadora do 1º Encontro Nacional de Grêmios Estudantis, que acontecerá no próximo mês de janeiro, entre os dias 15 e 18, no Rio de Janeiro. Na oportunidade, alguns pontos importantes foram discutidos, como valor de credenciamento e alojamento.
O local escolhido para a realização das atividades do encontro de grêmios foi a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), localizado no bairro Maracanã, zona norte da capital fluminense. As atividades esportivas serão recebidas no Centro de Educação Tecnológica (CEFET), no mesmo bairro.
Visando uma maior comodidade aos participantes do encontro, o prazo para a realização do cadastro foi estendido para o dia 30 de dezembro. (abaixo segue o link para cadastro)
Durante a reunião, foram aprovadas também as bandeiras que vão nortear a construção do documento base da UBES, para o encontro de grêmios. São eles:
* 10% do PIB para Educação;
* Ampliação das Vagas na Educação Profissional e Técnica;
* Modelo de Acesso a Universidade;
* Valorização profissional;
* Novo Curriculo para o Ensino Médio;
* Qualidade da Educação Básica;
* Reserva de vagas nas IES publicas e nos IFs para alunos oriundos das escolas publicas;
* Sistema Nacional Articulado de Educação;
* Regulamentação do Ensino Privado;
* Ampliação das Vagas nas IES Publicas
A próxima reunião ficou marcada para o próximo dia 10 de janeiro, no Rio de Janeiro.
Ao todo, serão quatro dias em que os alunos terão a possibilidade de participar de atividades como oficinas de comunicação, finanças, atividades esportivas e debates sobre o papel da mulher na sociedade, o movimento LGBT, meio ambiente e cultura, como montar o estatuto do grêmio, captação de recursos, entre outros.
INSCRIÇÕES INDIVIDUAIS PARA O 1º ENCONTRO NACIONAL DE GRÊMIOS ESTUDANTIS DA UBES
Fazer parte desse que promete ser a principal atividade da entidade é muito fácil. Basta o representante de cada grêmio fazer a inscrição da entidade online clicando no link abaixo. Para concretizar a inscrição, o grêmio precisa enviar para a sede da UBES (Rua Vergueiro, 2485, Vila Mariana, São Paulo-SP, CEP: 04101-200) alguns documentos: ata de eleições e posse da gestão e a ata da reunião da diretoria que indica os representantes do grêmio para o encontro.
O pagamento será feito somente no local onde o encontro será realizado, na unidade Maracanã da UERJ. O estudante, no ato do pagamento, deverá apresentar um documento para sua identificação para retirar um crachá que lhe dará acesso livre a todas as atividades do encontro, inclusive alojamento e alimentação. O valor de inscrição será de R$ 25,00.
Vale lembrar que o 1º Encontro Nacional de Grêmios da UBES é uma atividade integrada à 7º Bienal da UNE, o maior festival estudantil da América Latina, que acontecerá entre os dias 18 e 23 de janeiro, também na cidade maravilhosa. É importante salientar que, para quem desejar participar dos dois eventos (Encontro de grêmios e Bienal), o valor de credenciamento será de R$ 65,00 a serem pagos diretamente na UERJ. Caso o estudante já tenha feito a inscrição para a bienal, basta levar o comprovante de pagamento e efetuar o valor do encontro de grêmios.
Confira a tabela de valores abaixo:
Valor integral do Encontro de Grêmios: R$ 25 (dá direito a todas as atividades, transporte e alojamento)
Valor integral para participação no Encontro de Grêmios e Bienal: R$ 65
*As inscrições para o 1º Encontro Nacional de Grêmios da UBES foram prorrogadas até o dia 30/12/2010. Após essa data, no local do evento, só serão credenciados observadores. Por isso vale ressaltar a importância de se cadastrar para garantir seu lugar. Leia mais...
PEC, cibermiltância e o dia 7 de julho. Leia o artigo "A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!"
O texto abaixo chegou ao e-mail do EstudanteNet às 23h29 desta quarta-feira. O dia ainda era o 7 de julho, data que já entra para a história brasileira por marcar uma das principais conquistas para os jovens de todo o país
As linhas que desenham esse artigo, concebido no calor da comemoração pela aprovação da PEC da Juventude, foram rabiscadas por três importantes personagens desta vitória. Figuras que na verdade representam as várias mãos dos mais de 50 milhões de jovens que estão agora inseridos no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal. Uma parcela imensa da população que definirá a cara do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Via twitter, corpo a corpo ou no grito, uma geração que sonha alto com um Brasil maior.
“Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer 'os meninos e o povo no poder eu quero ver'”, fala o texto a seguir.
Leia abaixo a íntegra do artigo assinado pelo presidente do Conjuve, Danilo Moreira; o presidente da UNE, Augusto Chagas; e o Secretário Nacional da Juventude Trabalhadora da CTB, Paulo Vinícius.
A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!
O dia 07 de julho marca uma nova página na história brasileira. Se há 22 anos os jovens deste país conquistaram o voto aos 16 anos, nessa data a juventude brasileira se inseriu como sujeito de direitos na Constituição da República Federativa do Brasil.
A aprovação da PEC 42/2008 no Senado Federal em duas votações unânimes ilustra a envergadura que ganhou a representação política da juventude brasileira no governo Lula, assim como o reconhecimento de todas as forças políticas da importância e da necessidade de considerar a juventude como sujeito de políticas públicas de Estado.
Doravante, não estará sujeita a política pública de juventude aos ditames deste ou daquele(a) gestor(a). Com a aprovação da PEC, abrem-se largas avenidas para a consecução de um Plano Decenal e de um Estatuto da Juventude. Entra na ordem do dia a realização da II Conferência Nacional da Juventude no primeiro semestre de 2011, assim como a consolidação dos órgãos gestores que tratem das questões relacionadas à juventude.
E não é a toa. Estudos demográficos apontam para um dado relevante. Essa geração comporá uma parcela imensa da população economicamente ativa que será a maior e definirá a face do desenvolvimento nacional nas próximas décadas. Quando a Câmara e o Senado aprovam a PEC da Juventude, abrem caminho à definição de políticas públicas perenes num setor que decidirá efetivamente qual o novo Brasil que teremos.
Assegurando direitos à juventude e superando a omissão do texto constitucional, o Congresso abriu larga avenida à consolidação de direitos que só se insinuaram nesses oito anos de mudanças e continuidades. Direitos que se refletirão sobre o conjunto da população brasileira.
Assim, o parlamento respondeu ativamente à pressão feita pelo Conselho Nacional de Juventude, que reúne um retrato fiel e qualificado da juventude nacional. Esse coletivo mobilizou a Câmara e o Senado, mas a sua representação fez muito mais, numa trilha que uniu governo e oposição e acabou por afirmar políticas públicas como o PROUNI, o PROJOVEM, os Pontos de Cultura e o Segundo Tempo, além da expansão da educação superior e profissional. Ressaltou sucessão geracional no movimento sindical e no campo, construiu políticas de assistência estudantil enfatizou a importância das mulheres, dos negros e indígenas, dos trabalhadores e estudantes, das pessoas com deficiência, da cultura, da juventude que luta nas periferias.
É essa a moçada que propõe um Pacto da Juventude ao debate das eleições de 2010 e que compõe um bonito mosaico de movimentos sociais - como a UNE, a UBES, a CTB, a UGT e a CUT -, as juventude políticas, as ONGs, todos os tipos de movimentos.
Foi esse lastro social contemporâneo que extravasou nos blogs, nos portais e na massiva campanha que ganhou o Twitter. Foi essa voz que se fez ouvir na Tribuna de Honra e nas galerias do Senado, é essa a razão da vitória que só anima a mocidade brasileira na luta por mais direitos, pela construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento em que possamos ver, como diz a canção que não dá pra esquecer "os meninos e o povo no poder eu quero ver".
Danilo Moreira - Presidente do Conselho Nacional de Juventude
Augusto Chagas - Presidente da União Nacional dos Estudantes
Paulo Vinícius - Secretário Nacional de Juventude Trabalhadora da CTB
Fonte: http://www.une.org.br/
Contagem regressiva para o 11º ENET - Malas prontas e pé na estrada!
Estudantes de escolas técnicas de todo o país se preparam para o encontro, de 25 a 27, em Natal. Antes de embarcar, saiba o que não pode faltar na sua mochila
Já estamos às vésperas do evento mais importante do ano para os estudantes de escolas técnicas de todo país: o 11º Encontro Nacional de Escolas Técnicas (ENET), entre os dias 25 e 27 de julho, em Natal, capital do Rio Grande do Norte.
Mesmo nessa época do ano em que as temperaturas são baixas na maioria dos estados, a região nordestina destoa pelo seu clima quente na maior parte do ano. Com isso, ficar alguns dias fora de casa requer uma boa organização na mochila para não errar na bagagem.
Como o ENET irá reunir estudantes de escolas técnicas de todos os cantos do Brasil, o EstudanteNet reuniu alguns itens indispensáveis na mochila para enfrentar os três dias de encontro participando de todas as discussões, e o melhor, sem sofrimento.
- Um calçado confortável é fundamental
Durante os três dias de intensos debates, conforto na locomoção é fundamental. Por isso, chinelos e tênis são imprescindíveis.
- Proteja-se contra o sol
A temperatura média anual da região nordeste, mais precisamente em Natal, é de 30 graus. Portanto, algumas atitudes preventivas contra os raios ultravioletas são essenciais. Utilizar boné, óculos de sol e protetor solar são uma boa pedida.
- Não esqueça da barraca e do colchão!
Todos os participantes do 11º ENET ficarão alojados em escolas no entorno do Instituto Nacional de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN). Leve sua barraca e um colchão para se acomodar.
- Itens de higiene pessoal
Itens de higiene pessoal são super importantes quando estamos fora de casa. Então, separe um espaço para guardar coisas como pasta e escova de dente, sabonete, desodorante e pente de cabelo.
Em breve obtenha mais novidades sobre o 11º ENET no EstudanteNet e boa viagem!
Serviço:
O quê? 11º ENET – Encontro Nacional das Escolas Técnicas
Quando? Dias 25, 26 e 27 de julho de 2010
Onde? CEFET – RN: Avenida Senador Salgado Filho, 1559, Tirol – Natal
Inscrição? A taxa de inscrição é de R$ 20,00. Baixe aqui o formulário de inscrição
Da Redação
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Siga o presidente da UBES o twitter: @yannubes
Estado brasileiro reconhece a responsabilidade por destruir a sede da UNE em 1964
A Presidência da República publicou no Diário Oficial da União (DOU) a lei que reconhece a responsabilidade do Estado brasileiro pela destruição da sede das entidades estudantis UNE e UBES em 1964
De acordo com a lei, será criada uma comissão para definir o valor e a forma da indenização, que não poderá ultrapassar o limite de seis vezes o valor de mercado do terreno onde ficava a sede da UNE e da UBES, na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro.
Segundo informações da Presidência da República, o prazo para a indicação dos membros da comissão é de dez dias, a contar de hoje. A comissão terá 30 dias, prorrogáveis por igual período, para estabelecer o valor e a forma da indenização.
O resultado dessa comissão, ainda segundo a Presidência, será submetido ao grupo de trabalho que será coordenado pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria-Geral da Presidência da República. Este grupo também terá 30 dias para se manifestar após o recebimento do relatório final da comissão.
O grupo será composto por um representante dos ministérios da Justiça, Educação, Fazenda, Secretaria-Geral da Presidência da República, Secretaria Especial dos Direitos Humanos e do Planejamento. O grupo de trabalho também contará com um representante da Câmara dos Deputados e um do Senado.
Agência Brasil
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Governo Federal indeniza UNE pela destruição de antiga sede
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional que obriga o governo federal a indenizar a União Nacional dos Estudantes (UNE) pela destruição da antiga sede da entidade, no Rio de Janeiro, em 1964.
A decisão publicada ontem no “Diário Oficial da União” responsabiliza o Estado pelos danos causados ao edifício e cria uma comissão interministerial para estabelecer o valor com que a UNE será ressarcida. “O Estado reconhece sua responsabilidade pela destruição e, em razão desse reconhecimento, decide indenizá-la”, diz o texto.
O projeto de autoria do presidente Lula prevê que a indenização não passe o limite de seis vezes o valor de mercado do terreno, localizado na Praia do Flamengo (RJ).
Em 2008 a Caixa Econômica Federal avaliou a propriedade em R$ 6 milhões, estimando o teto de indenização em R$ 36 milhões. Em abril, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovaram o texto. A expectativa do relator da matéria, senador Gerson Camata (PMDB-ES), é de que o valor ultrapasse R$ 15 milhões. (das agências)
Fonte: O Povo
14/06: Será lançado o Comitê Preparatório para o 17º Festival Mundial da Juventude
Na próxima segunda-feira, 14 de junho, às 18 horas, na Câmara Municipal de São Paulo, ocorrerá o ato de lançamento do Comitê Nacional Preparatório (CNP) para o 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes (FMJE).
O evento contará com a participação do Secretário Geral da Federação Mundial das Juventudes Democráticas (FMJD), Jesus Mora, e um representante da Juventude do Congresso Nacional Africano (ANC) - mesmo partido de Nelson Mandela e do atual presidente Jacob Zuma -, do vereador de São Paulo Jamil Murad, além de dirigentes do movimento estudantil, dos movimentos sociais, juventudes partidárias e outras autoridades. O tema do 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes é: Por um Mundo de Paz, Solidariedade e Transformações Sociais, derrotemos o imperialismo!
O Festival Mundial da Juventude tem história
Trata-se do principal encontro internacional de juventude, cuja primeira edição foi realizada na cidade de Praga, antiga Tchecoslováquia, dois anos após o final da Segunda Guerra Mundial. Na ocasião teve como eixo central a denúncia dos crimes cometidos pelo nazi-fascismo. De lá para cá, o Festival percorreu os continentes europeu, asiático, africano e latino-americano. O mais recente foi organizado na cidade de Caracas, capital da Venezuela, em agosto de 2005. Esta será a primeira vez que o evento ocorrerá na África subsaariana.
O festival deve reunir mais de 20 mil jovens no mês de dezembro no distrito de Soweto, bairro no subúrbio de Johanesburgo, que ficou mundialmente conhecido como palco de resistência antirracista na luta contra o Apartheid, como foi o Massacre de Soweto em 1976, quando houve uma repressão policial a uma passeata estudantil com mais de 10 mil participantes. A África do Sul é também o foco de atenção de todo o mundo por sediar a Copa do Mundo de Futebol.
No evento são discutidos temas de interesse da juventude mundial como educação, emprego, esporte, cultura, saúde, entre outras inúmeras atividades de intercâmbio social, também exposições, concursos artísticos e torneios esportivos.
Comitê divulga o Festival
Após o lançamento do comitê preparatório, as delegações internacionais seguirão em visita às principais cidades brasileiras divulgando o Festival. A ideia é estimular a participação e debate entre a juventude brasileira acerca dos principais eixos temáticos do evento, além de incentivar a organização de caravanas ao evento.
O que: Lançamento do Comitê Nacional Preparatório ao 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes
Onde: Câmara Municipal de São Paulo, Auditório Sérgio Vieira de Melo
Data: segunda-feira, 14 de junho de 2010
Hora: 18 às 21h
Fonte: www.ujs.org.br
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Parlamentares enviam mensagens de apoio à campanha “50% do Fundo Social do Pré-sal para educação”
Mensagens de apoio não param de chegar à UNE, UBES e ANPG parabenizando os estudantes pela vitoriosa campanha na votação do Pré-sal, ocorrida na madrugada da última quinta-feira. A rede social mais usada pelos internautas é o twitter.
O micro-blog foi a ferramenta mais rápida e efetiva que a juventude encontrou para mobilizar e pressionar os senadores pela aprovação da emenda 5, que determina a aplicação de 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-sal na educação.
A proposta, que ficou conhecida como “emenda da UNE”, é de autoria dos senadores Fátima Cleide (PT-RO), Ideli Salvatti (PT-SC) e Inácio Arruda (PCdoB-CE), que no plenário defenderam o maior investimento em todos os níveis de ensino no país.
“Queremos que o país do futebol passe a ser também o país da educação. Estamos perdendo a Copa da Educação”, provocou a proponente Fátima Cleide, que reforçou seu argumento com uma série de resultados educacionais brasileiros provando a necessidade de mais financiamento.
Escassos investimentos em educação também foram apontados por Inácio Arruda como um dos “principais gargalos ao desenvolvimento nacional”. Segundo ele, “sem maciços investimentos na universalização e na qualidade da educação básica, profissional e superior, não teremos cidadãos preparados para ampliar o parque científico e tecnológico nacional, incrementar a indústria e colocar o Brasil em condições de competitividade internacional”. Arruda foi um dos mais combativos defensores da “emenda da UNE” durante a votação no Senado que durou mais de 11 horas.
A senadora Ideli Salvatti também ponderou que os recursos transformarão a realidade das próximas gerações: “Ganham os estudantes e ganha o país que formará jovens mais qualificados e com a garantia de uma educação gratuita e de qualidade”, pontuou.
Os debates no plenário entraram madrugada adentro, sem intimidar o grupo de senadores que mais ajudou nas articulações pela causa estudantil. Entre eles também estavam Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Cristovam Buarque (PDT-DF).
Histórico defensor da área, Buarque afirmou que apenas se o petróleo for “transformado em educação” o óleo terá caráter de “energia permanente” e sentenciou que "será um crime contra a nação" destinar os recursos do pré-sal a gastos imediatos.
Também considerando o longo prazo, o senador Arthur Virgílio defendeu que investimento em educação é essencial para o desenvolvimento de um país. “Temos de romper essa barreira, se quisermos ver o Brasil realmente entre os primeiros países do mundo”, declarou o líder do PSDB. E ainda completou: “Sem melhores salários não teremos bons professores e sem bons professores não teremos bons alunos”.
Manu também apóia!
O PL 07/2010 do Fundo Social do Pré-sal e a emenda 5 não movimentaram apenas o Senado Federal. A deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) ressaltou que “a luta não é por uma bandeira imediata, mas sim em defesa do nosso futuro como nação”. A ex-diretora da UNE defendeu ainda a militância do movimento estudantil pelos 50%. “A intensa mobilização dos jovens em defesa da Educação reafirma o compromisso da nossa juventude como no processo da campanha “Petróleo é Nosso!”. A descoberta das reservas de óleo e gás no litoral brasileiro pode ser uma revolução econômica e nós não temos o direito de deixar passar esta oportunidade”, disse a gaúcha.
As entidades também receberam declarações de parlamentares de outros estados, como da capital paulista. “A vitória dos estudantes brasileiros demonstra, sobretudo, a força, a competência e a importância da juventude no processo democrático de nosso país. É uma resposta efetiva às pessoas que não acreditavam na capacidade deste tão audacioso movimento estudantil”, saudou o vereador Netinho de Paula (PCdoB-SP). “Através desta emenda, poderemos projetar um futuro ainda mais promissor aos nossos jovens e à nossa Nação”, disse.
Twitter e a guerrilha virtual
Centenas de mensagens foram recebidas por meio do Twitter, enviadas por estudantes, professores, pais, mães, entidades variadas, organizações, além de parlamentares. Leia alguns recados recebidos:
@SenadoraFatima obrigado a UNE pela confiança e apoio na luta!
@flexaribeiro - Parabéns pela mobilização, @_une Vocês foram importantes para conquista do 50% do fundo do pré-sal para educação.
@Acirgurgacz - Parabéns pela mobilização, @_une Vocês foram importantes para conquista do 50% do fundo do pré-sal para educação.
@inacioarruda: Parabéns a UNE e UBES pela luta dos 50% do Fundo Social do Pré-sal para a educação.
@inacioarruda @_une Muito justo. Eu apoio.
@valadarespsb @_une Conte com meu apoio incondicional.
@Lucia_Vania @_une Contem comigo.
@depdirceudresch Apoiamos proposta da Une/Ubes/Anpg: com 50% do Fundo Social do Pré-Sal para educação, Brasil pode fazer uma revolução no ensino.
Fonte: http://www.une.org.br/
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Para hoje, para sempre... Gol histórico no dia da Copa! Vitória no Congresso Nacional! Aprovado os 50% do Fundo social do Pré-sal para a educação!
A quinta-feira já pensava em amanhecer na África do Sul, o país da Copa, na véspera da festa de abertura do maior evento esportivo do mundo. No Brasil, os estudantes acompanhavam atentos, como a um jogo da seleção, a votação no plenário do Senado Federal que adentrou a madrugada. Por volta das 3h da manhã do dia 10 de junho de 2010, após mais de 11 horas de discussões, os senadores aprovaram -por 38 votos favoráveis, 31 contrários e uma abstenção- a criação do Fundo Social do Pré-sal. O gol, de placa, que entrou para a história, veio com a aprovação da “emenda da UNE”, que determina que 50% dos recursos deste Fundo sejam destinados exclusivamente ao financiamento da educação pública superior e básica, área considerada pela entidade como estratégica para o desenvolvimento do país.
A vitória histórica dos estudantes foi fruto de ampla mobilização da UNE, UBES e ANPG. Desde o início da semana, diretores das entidades provocaram intenso corpo corpo junto aos parlamentares com objetivo de pressionar e cobrar o comprometimento de cada um com a educação brasileira. As entidades criticaram veementemente por meio de nota oficial o primeiro relatório divulgado na terça-feira, que descaracteriza o objetivo do Fundo Social ao propor que os recursos deveriam ser destinados a diversas áreas, sem dizer claramente qual a prioridade.
Durante toda a quarta-feira, os estudantes realizaram uma Blitz no Congresso Nacional para reverter a redação do projeto e garantir os 50%. As entidades desencadearam também uma “guerrilha virtual” por meio das redes sociais. Milhares de mensagens foram enviadas para todos os senadores via twitter, o que gerou o compromisso público de muitos deles com a votação favorável à emenda.
O presidente da UNE, que ficou até o fim da votação desta madrugada no Senado Federal conversando com os parlamentares sobre a importância dos 50% para a educação, celebra a vitória como uma conquista de todo o povo brasileiro. Para ele, a vitória não é penas desta geração. “Fiz questão de ficar até o último minuto da votação. Conversei com cada parlamentar. Mostrei a importância da nossa emenda para o futuro do nação. Fiquei realmente muito emocionado quando conseguimos a aprovação. É o sonho geracional de transformação do país. Vamos garantir para os nossos filhos e os filhos dos nossos filhos e toda uma geração de brasileiros e brasileiras um futuro promissor, com uma educação pública, gratuita e de qualidade”, disse. "Agora, vamos lutar da mesma forma e com muito mais mobilização em cada canto do Brasil pela promulgação da emenda".
Leia mais no Portal da UNE e UBES: www.une.org.br
50% do Fundo do Pré-Sal para educação irá a voto hoje; Pressione os senadores pelo twitter
Nesta tarde acontece mais um capítulo na batalha em defesa de 50% do Fundo do Pré-Sal para a Educação. Irá a votação em plenário o PLC 07/2010 que cria e regulamenta o Fundo Social do Pré-Sal para a Educação.
Dentre as votações, estará sob avaliação a emenda 5, proposta por UNE, UBES e ANPG, que defende a vinculação de 50% dos Recursos do Fundo Social do Pré-Sal para o financiamento da Educação.
Essa pauta tem sido tema prioritário desta gestão das entidades estudantis, foi tema de três mobilizações, como as passeatas de 11 de novembro de 2009, 20 de maio deste ano e a memorável jornada de lutas do mês de março.
Nesse momento não será diferente. Algumas ações no sentido de pressionar os senadores a aprovar a nossa emenda serão realizadas. Dentre elas, uma mobilização via twitter para inundar as caixas de correio e perfis dos parlamentares na web.
Sugerimos as seguinte mensagem:
@SenCasagrande os estudantes pedem seu voto na destinação de 50% do Fundo Pre-Sal pra Educação! #50presaleducacao Siga @_une @chagas_une
Esta mensagem tem 121 caracteres, sobrando 19 caracteres para serem consumidos pelo ID do senador. A ideia é que possamos postar para cada senador esta mensagem padrão, fazendo com que cada parlamentar receba diversas dessas mensagens ao longo do dia. É muito importante que além de retwitar, que possamos postar a mensagem para os senadores novamente dando o volume necessário de citações. A lista de senadores pode ser acessada neste link: http://twitter.com/internetlegal/senado
De São Paulo,
André Vitral, diretor de comunicação da UNE
Fonte: site nacional da UJS






