Blog UJS Ceará

O blog de política da juventude cearense!

Redução da maioridade penal é retrocesso  

A União da Juventude Socialista do Ceará, entidade que há quase 30 anos luta pelos direitos juvenis, vem a público mais uma vez manifestar seu repúdio a proposta que busca reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. Dessa forma, consideramos inoportuna a declaração do governador do Ceará, Cid Gomes, a respeito de mudanças na legislação que trata sobre prazos e maioridade penal, feita na segunda-feira, 24 de março de 2014.

Entendemos que a redução da maioridade penal é um retrocesso, e que o Projeto de Emenda a Constituição 33/2012 cumpre o papel de criminalizar e marginalizar os jovens, como também, deslegitimar o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) de 1990 e o Estatuto da Juventude, aprovado em agosto de 2013.

O Estado brasileiro não pode colocar o peso da violência nos ombros da juventude, uma vez que ela é a maior vítima da falta de educação de qualidade, moradia, alimentação e saúde. Precisamos urgentemente fazer o debate sobre as causas da violência e não somente sobre as suas consequências. Questões mais complexas estão diretamente ligadas à violência, tais como a desigualdade, a exclusão social, a má distribuição da renda, o consumismo exacerbado, a corrupção e a existência de um sistema judiciário ineficiente, entre outras.

Portanto, crer que o encarceramento de nossos adolescentes é a solução para enfrentar a violência é uma visão distorcida, rasa e imediatista, difundida por setores da sociedade que não são comprometidos com a formação da juventude brasileira. Os presídios não cumprem o papel de recuperar os detentos, pelo contrário, os marginalizam, e certamente esse não é o melhor espaço para o jovem em desenvolvimento.

Defendemos que sejam assegurados os direitos e deveres aos jovens, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Estatuto da Juventude. Acreditamos que é através de investimento na educação e da efetivação de políticas públicas para a juventude que conseguiremos superar a inclusão do jovem no crime. 

18 razões para não a redução da maioridade penal.

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Para não dizer que só falei das flores!  

Oito de março, o dia internacional da mulher e com essa data inúmeras propostas de presentinhos variados, flores e chocolates para comemorar este dia. Data em que aquele capitalismo selvagem cantado na música do Titãs aproveita mais uma vez para incentivar o consumismo e aprofundar as relações de classes.

Desigualdades sociais que retratam um país em que a democracia e um projeto nacional de desenvolvimento estão em disputa pelos setores mais conservadores, os mesmos que querem retrocessos e não estão preocupados com as garantias de direitos para as minorias (mulheres, homossexuais, transexuais, lésbicas, negros, pobres, etc.), setores esses que nas manifestações de junho pautavam os movimentos sociais, criminalizando. 
Setores que apresentaram a “cura gay” agora a lei “antiterrorismo”, entre outros inúmeros retrocessos. 


Propagando através da mídia conservadora o “ódio de classe”, estes mesmos setores são os que reforçam a cultura do estupro, o machismo, a violência contra a mulher e as opressões de gênero. São inegáveis os avanços e conquistas das mulheres ao longo desses anos: a conquista do voto feminino que completa 82 anos, a inserção da mulher no mercado de trabalho, a diminuição da diferença salarial entre homens e mulheres que ocupam a mesma função, métodos contraceptivos na década de 70, possibilitando à mulher a descoberta do sexo para além da reprodução, direito ao divórcio, a lei Maria da Penha. 

Todas estas lutas históricas protagonizadas pelo movimento feminista, que no Brasil já começava a existir a partir de publicações de escritoras como Nísia Floresta e Narcisa Amália, republicanas e as primeiras mulheres escritoras no Brasil a enfrentarem, além dos preconceitos políticos, a discriminação de gênero. 

Aproximadamente na década de vinte Bertha Lutz criou a Liga pela Emancipação Feminina, que lutou pelo voto feminino. Em 1922 ocorrem eventos sociais marcantes: A criação do Partido Comunista Brasileiro (1922), a Semana da Arte Moderna (1922), o Tenentismo (1922) e a Coluna Prestes (1924-1927), provocando uma grande discussão sobre os rumos do país. 
Bertha aproveitou esse clima de alvoroço nos ânimos da sociedade para mudar o nome da Liga pela Emancipação Feminina para Federação Brasileira para o Progresso Feminino, que lutava pelo voto, pela escolha do domicílio e pelo trabalho de mulheres sem autorização do marido. Nas décadas de 60 e 70 as mulheres se organizavam em torno do enfrentamento a ditadura militar e reivindicavam principalmente a igualdade de gêneros e a introdução do divórcio na Legislação brasileira. 

Em 1975 a ONU instituiu o dia internacional da mulher (o oito de março), que em 1910, foi proposto na primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhague, dirigida pela Internacional socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada e a ideia da existência do dia Internacional da Mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão de obra feminina em massa na 
indústria, pois as condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte das trabalhadoras. 

Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913). Nessa mesma época o famoso incêndio que ocorreu em que mais de 120 mulheres morreram carbonizadas na Fábrica em Triangle em Nova Yorque, pois reivindicavam por melhores condições de trabalho e redução da jornada de trabalho. 

Para além de um "Feliz Dia da Mulher", o oito de Março é a data que além de relembrarmos as conquistas históricas do movimento feminista em defesa da vida mulheres, vem dizer também que a nossa luta é todo dia, que queremos o fim das violências, melhores condições de trabalho, mais políticas públicas e poder político, aborto legal e seguro, e que estes não são favores cedidos pelo patriarcado e pelo capitalismo, pois serão conquistas alcançadas com pressão nas ruas! 
Já que enquanto alguns ainda falam de flores, ocupamos o Planalto!

Avante pela vida das mulheres!

Por Bárbara Cipriano e Brenna Carvalho

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Sessões do Cine Feminista da UJS Ceará serão realizadas na Vila da Artes  


Visando a importância da formação feministas ampliada para as militantes e não militantes da UJS, criamos um calendário de sessões com filmes por temáticas, que segue abaixo.

O importante marco para a UJS, e para a luta Feminista é a utilização de um espaço da comunidade para uma atividade de formação para a luta de combate a todas as opressões. 

Já começa na quinta que vem com o filme nacional "As filhas do Vento" de 2005. 



Mulher negra e o feminismo:

13/02 - As filhas do Vento (85 min)
Numa pequena cidade em Minas Gerais as irmãs Maria “Cida” Aparecida (Taís Araújo) e Maria “Ju” da Ajuda (Thalma de Freitas) têm objetivos bem distintos. A primeira quer se tornar uma famosa atriz e para isto é imperativo que deixe o lugarejo, já a segunda só pensa em namorar. Vivem com Zé das Bicicletas (Mílton Gonçalves), o pai delas, que foi abandonado pela mulher e é muito rigoroso com o comportamento das filhas. Quando ele acusa injustamente Cida de estar se envolvendo com Marquinhos (Rocco Pitanga), o namorado de Ju, ela fica tão magoada que deixa a cidade e vai para o Rio de Janeiro na esperança de ser atriz, e consegue. A vida de cada irmã seguiu seu curso e elas ficam sem se falar por mais de 4 décadas. Com a morte de Zé das Bicicletas, Cida retorna para a sua cidade natal para o enterro do pai. O encontro dela com Ju será inevitável, mas elas têm muita mágoa uma da outra e talvez seja difícil resolver 40 anos em alguns dias.

Poliamor e Relações Livres:

27/02 - Kiss Me Again (103 min)
Um casal decide testar os limites de seu relacionamento com outra pessoa. Quando um relacionamento improvável segue, todos os três são obrigados a repensar a sua definição de amor.


Visibilidade trans*:
13/03 - A Girl Like Me: The Gwen Araujo Story (89min)
A história documenta a vida real de Gwen Araujo , nascida Edward Araujo Júnior, uma transexual adolescente que foi assassinada depois de ter sido descoberto por conhecidos que ela tinha genitália masculino. Cenas que retratam o julgamento de assassinato são mostrados alternadamente com a história da vida de Gwen. 
Ganhou o prêmio de Melhor Filme para Televisão nos 2007 GLAAD Media Awards .


Violência contra a mulher e exploração sexual:
27/03 - Anjos do Sol (91min)

Anjos do sol é um filme brasileiro que trata sobre a exploração sexual comercial de crianças e adolescentes. É o primeiro filme de Rudi "Foguinho" Lagemann.
Logo em sua primeira sessão pública, realizada durante o Miami International Film Festival, arrematou o prêmio do júri popular para Melhor Longa de Ficção Ibero-Americano.
No elenco estão, entre outros, Antonio Calloni, Vera Holtz, Chico Diaz, Roberta Santiago, Otávio Augusto, Mary Sheyla, Darlene Glória (no papel da cafetina Vera), Bianca Comparato e a estreante Fernanda Carvalho, a protagonista, que tinha apenas onze anos na época das filmagens.

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Combate à violência contra a mulher é obrigação!  





Por *Bárbara Cipriano (com a colaboração de Andreia Duavy e Brenna Carvalho).


Apesar de os últimos dados serem alarmantes, a violência contra a mulher não é uma prática recente. São Paulo, em 30 de março de 1981, Eliane Grammont foi assassinada a tiros por seu ex-marido, o músico Lindomar Castilho. Em 13 de outubro de 2008, Lindemberg Fernandes Alves, então com 22 anos, invadiu o domicílio de sua ex-namorada, Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, no bairro de Jardim Santo André, em Santo André (Grande São Paulo). Eloá foi mantida em cárcere privado por mais de 100 horas e depois foi baleada na cabeça e na virilha. Não resistiu e veio a falecer por morte cerebral. Esses são “só” dois casos dos inúmeros que ocorreram (e ainda ocorrem) no Brasil.

Quantas Eloás e Elianes foram vítimas de seus “companheiros” e quantas todos os dias são vítimas, quantas sofrem violência doméstica, sexual e piscológica, subjugadas por seus “companheiros” e pela sociedade capitalista que aprofunda cada vez mais as relações de desigualdades entres os sexos, pois violência pressupõe opressão, conflito de interesses entre opressores e oprimidos. Pressupõe relações sociais de dominância (capitalismo) e subalternidade. A violência contra a mulher pressupõe que homens e mulheres têm uma participação social desigual em função de sua condição sexual.

A naturalização da violência contra a mulher se insere no contexto “normal” da relação entre os sexos, institucionalizadas e aceitas pela sociedade. Os assassinatos, os casos de violência doméstica, os estupros e os diversos tipos de violações ao corpo e à mente representam os reflexos dessa sociedade ainda patriarcal demais e atrasada que silencia nossas “Eloás” e “Elienes”. Onde o machismo reinante e “antropológico” se insere de diversas maneiras, onde a cada 15 segundos muitas mulheres são vítimas de violência doméstica.

A Lei Maria da Penha é um dispositivo legal brasileiro que visa a aumentar o rigor das punições das agressões contra as mulheres quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar. Decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 7 de agosto de 2006, a lei entrou em vigor no dia 22 de setembro de 2006, e já no dia seguinte o primeiro agressor foi preso, no Rio de Janeiro, após tentar estrangular a ex-esposa.

A introdução da lei diz: “Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências”.

A lei, juntamente com as delegacias da mulher, ajudou e ajudam a combater e registrar os casos. A primeira delegacia da mulher atendeu, de imediato, um grande número de mulheres em situação de violência, mostrando que este problema existia, era grave e carecia de um atendimento policial especializado.

Logo após esta experiência, foram criadas novas delegacias da mulher em São Paulo e em outros estados. Muitas são as reivindicações sobre a criação de delegacias da mulher como parte integrante e principal de uma política pública específica à questão da violência contra mulheres. Mas ainda há muito o que avançar. A necessidade da melhoria pelo atendimento especializado englobando assistência psicológica e social e ampliação da Lei Maria da Penha que prevê a punição de crimes como estupros e assassinatos, pois apesar das políticas implementadas os últimos registros da SPM (Secretaria de Políticas para as Mulheres) afirmaram que os números só aumentaram.

Nós da UJS Feminista consideramos que a luta pelos direitos das mulheres é obrigação cotidiana de todas as pessoas; combater o machismo em suas diversas formas é uma necessidade histórica e essencial para a construção de um Brasil emancipado onde não haja desigualdade entre os sexos, onde as políticas públicas sejam implementadas com rigor, onde as nossas mulheres possam ter o direito de decidir sobre seus corpos sem serem questionadas ou culpabilizadas pelos atos de violência. Lutamos pela igualdade de gêneros, pela ampliação de políticas de saúde para as mulheres, pelo empoderamento de mulheres nos espaços de poder e pela liberdade pois, acima de tudo, ser feminista é uma questão de liberdade. Entendemos que a luta emancipatória é fundamental pra construção de uma sociedade mais justa, uma sociedade socialista construída com as meninas e os meninos no poder, trabalhadores e trabalhadoras lado a lado, guiada pela justiça e preenchida com nossa alegria.


*Bárbara Cipriano é Diretora de jovens feministas da UJS Fortaleza e Conselheira Municipal de Juventude pela UBM

No Vermelho.

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Secundarista, um estilo de vida.  




E o que é esse negocio de militância secundarista?



A nossa galera da União da Juventude Socialista sabe bem como é!
Ser os últimos a dormir e os primeiros a acordar, e quando tiver café da manhã já sabe, né? Pão com mortadela! E comer rápido porque os portões das escolas abrem cedo e não podemos perder um só minuto, ou uma só chance de abordar a galera na entrada com nossos panfletos, em que temos um apreço inestimável, mas é claro, fomos nós mesmos que fizemos depois daquela conversa animada no coletivo, onde surgiram várias ideias revolucionárias.

Pela manhã separadas as equipes, lá vamos nós percorrer, ocupar e conquistar com nossa ousadia, irreverência e jogo de cintura pra conseguir convencer aquele diretor chato, antiquado e reaça que reclama dos alargadores, piercings e da calça folgada, e só pra tentar nos fazer desistir, ele capricha no chá de cadeira, mal sabe ele que enquanto ele pensa que está nos cansando, a gente já encontrou um conhecido lá dentro que vai entregando de mansinho na sala dele o panfleto chamando pra atividade, que pode ser um sarau, uma festa ou até mesmo o que a gente faz de melhor: uma passeata pra melhorar a garantir investimento em educação, pelo passe-livre ou para tirar o chato do diretor que não respeita seus alunos e age como se fosse o Dono do Mundo...

Depois de todo esse dia nas escolas, muitas panfletagens, ter trocado uma ideia massa com a galera, ter paquerado um monte com aquelxs gatinhxs, todo mundo se reúne no final do dia para saber como foi em cada escola, porque não fez assim, porque num fez assado e vamos logo bolar aquele que foi desencontrado.

Porque amanhã é o grande dia, amanhã é todo dia e tem muito mais escola que precisam dessa galera que afrontam diretor, pula muro, faz pichação, e quer mesmo é passe-livre no busão, e o Pré-Sal pra educação e qem #VemPraRua não abre mão!



Por Edvard Neto, Diretor Regional UBES-CE 

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UJS realiza I Encontro de Jovens Feministas em Fortaleza  



Na próxima segunda-feira (11/11) acontecerá o I Encontro de Jovens Feministas da União da Juventude Socialista (UJS) de Fortaleza, com apresentação do seminário “A história das mulheres no Brasil”.  O evento, que terá início às 19h, será na Sede do PCdoB Estadual – Avenida da Universidade, 3199, no bairro Benfica.

O encontro além de debater a história das mulheres no Brasil - que será facilitado por Bárbara Cipriano, Diretora de Jovens Feministas da UJS/Fortaleza e Conselheira Municipal de Juventude pela União Brasileira de Mulheres (UBM) - irá discutir temáticas como feminismo emancipacionista e à inclusão da mulher nos espaços da política.

O evento contará com a presença da Coordenadora da UBM Ceará, Francileuda Soares, da Presidenta da Fundação de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (HABITAFOR) e Ex-vereadora de Fortaleza, Eliana Gomes, e da Diretora de Jovens Feministas da UJS/Ceará e Conselheira Nacional de Juventude pela UBM, Camila Silveira.

De acordo com Sarah Cavalcante, Presidenta da UJS, a atividade tem como objetivo formar mulheres e homens para o debate feminista, promovendo uma discussão histórica sobre as mulheres, como também estimular o entendimento do capitalismo versus opressão feminina.

“O fim da opressão das mulheres se dá na luta pela superação do capitalismo, somente com o socialismo podemos ter a emancipação das/dos indivíduos, mas para isso temos que estar afiados no debate e de prontidão para a lutarmos contra os machismos existentes”, afirmou Sarah.

O evento é uma das diversas atividades mobilizadoras para I Encontro Nacional de Jovens Feministas da UJS, que ocorrerá em Brasília dos dias 13 e 15 de dezembro. O encontro reunirá mulheres de todo o país, tendo como tema “Combater o machismo, emancipar as mulheres, construir o socialismo!”.

Lutar sempre!

:: Serviço

UJS realiza I Encontro de Jovens Feministas em Fortaleza
Data/Hora: 11 de novembro (segunda-feira), às 19 horas.
Local: Sede Estadual do PCdoB, Avenida de Universidade, 3199, Benfica.
Mais informações: Bárbara (8846-7237) e Sarah (8702-2259).
 

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Sessão Solene celebra 29 anos de lutas da UJS  

Câmara Municipal de Fortaleza homenageia militantes da UJS em celebração aos 29 anos das lutas do movimento


Há 29 anos, União da Juventude Socialista (UJS) iniciava uma luta constante pelos direitos da juventude, conquistando o Brasil em cada região. Em respeito a essa história, a Câmara Municipal de Fortaleza atende o requerimento do vereador Evaldo Lima para realização de Sessão Solene em homenagem aos 29 anos da UJS, aprovado por unanimidade no plenário da Casa. “Muitas das lideranças políticas atuais saíram do movimento estudantil. A UJS é uma dessas grandes escolas”, diz Evaldo.

Ao todo, seis militantes serão homenageados. “Todos esses homens e mulheres têm atuação destacada em cada segmento da juventude com o qual se comprometeram. Campelo, ex-presidente do DCE da Unifor. Andrea, que foi a primeira mulher eleita presidente estadual da UJS. Flávio Vinícius, engajado em diversas lutas sociais e de profundo conhecimento político, Ivina Carla, jornalista e liderança estudantil de extrema qualidade e, por fim, Larissa Albuquerque e Marcelo Silva, lideranças de muito valor”, avalia Evaldo.

Segundo explicou o vereador do PCdoB, a homenagem à União da Juventude Socialista “É um reconhecimento a todos os homens e mulheres que lutam por uma sociedade mais justa e que deve ser estendido a todos os que fazem da UJS esse grande movimento difuso que representa a juventude nacional em todas as suas particularidades”. A UJS abriga jovens estudantes, trabalhadores, artistas, esportistas, cientistas e intelectuais, compreendendo e respeitando a diversidade da juventude, com compromisso firme em defesa do socialismo cientifico.

Serviço:
Sessão Solene em homenagem aos 29 anos da UJS
Local: Plenário Fausto Arruda – Câmara Municipal de Fortaleza
Data: 27/9/2013
Hora: 14h30min


Fonte: Assessoria do Vereador Evaldo Lima

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