Blog UJS Ceará

O blog de política da juventude cearense!

UJS Ceará realiza plenária e convoca Congresso Estadual  

No último fim de semana (19 e 20), a União da Juventude Socialista do Ceará (UJS/CE) realizou Plenária Estadual que convocou o 14º Congresso da UJS no estado para os dias 17, 18 e 19 de junho de 2016 em Fortaleza. A meta é reunir e filiar mais de 15.000 jovens, como também organizar mais 25 direções municipais da UJS em todo Ceará. O clima da plenária foi de reafirmar a luta da organização em defesa da democracia, contra o golpe e o impeachment da presidenta Dilma. "Não vai ter golpe, vai ter luta" foi a máxima da atividade.
 
A Plenária Estadual contou com um debate sobre conjuntura nacional, no qual os debatedores foram: Inácio Arruda, Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará, e Flávio Vinícius, Secretario de Juventude do PCdoB-CE. Contou também com uma mesa sobre Emancipação das Mulheres e de LGBT, com Nágyla Drumond, professora da UECE e Secretária de Mulheres do PcdoB-CE, e Sílvia Cavalleire, Vice-Presidenta da UNALGBT.

A atividade foi acompanhada por Gabriela Freitas, Tesoureira Nacional da UJS, que chamou atenção para a atual crise do sistema capitalista e destacou o momento de golpismo que atravessa o Brasil, ressaltando o papel da juventude em defesa da democracia.

Ivo Braga, Tesoureiro Geral da UNE, também participou da plenária. Em sua fala, ele relatou o vandalismo sofrido na sede da UNE, em São Paulo, e convocou os estudantes a lutarem pela democracia. Segundo Braga "organizar os comitês universitários pela democracia é a tarefa prioritária da UNE nos próximos dias".

Em sua intervenção, a Presidenta da UJS Ceará, Sarah Cavalcante, fez uma avaliação positiva da atuação da UJS em defesa da democracia e apontou a necessidade da organização estar de prontidão para barrar o golpismo.

A presidenta também chamou atenção para o crescimento da organização. "Ter uma UJS Ceará grande e forte é interferir mais na opinião dos jovens, é mostrar a eles que a opinião da Rede Globo não nos serve, é combater o conservadorismo, é mostrar que só a luta é capaz de enfrentar as desigualdades e emancipar a sociedade", enfatizou a jovem socialista.

O Congresso Nacional da UJS ocorrerá em São Paulo-SP, dos dias 14 a 17 de julho de 2016. Para participar da etapa nacional, obrigatoriamente, é necessário participar das etapas municipal e estadual.

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UJS Ceará promove Curso Estadual de Formação Política  


Como disse Lenin, “Sem teoria revolucionária, não há revolução”.

É para viabilizar a construção desta teoria que temos a necessidade de estudar a história, a sociedade e a realidade concreta.

Partindo desta necessidade de cada militante revolucionário a UJS-Ceará promoverá, no final do mês de julho, seu Curso Estadual de Formação Política.

O curso será voltado aos militantes novos e antigos, bem como a toda juventude interessada em conhecer um pouco sobre o Marxismo e o papel da juventude na luta revolucionária.



Contando com uma programação leve e diversificada, o curso será um momento lúdico, de convivência e aprendizado coletivo, que resultará na compreensão mais aprofundada das ideias marxistas.


Confira a Programação:


- 31/07 (Sexta-feira)

* 10h00  Aula Inaugural com o tema “Em defesa da Democracia”.
Convidados: InácioArruda - Secretário da Ciência e Tecnologia e Educ. Superior do Ceará             Carlos Augusto Diógenes (Patinhas) – Membro do Comitê Central do PCdoB

* 14h00 – Módulo 01: Filosofia Marxista

* 16h15 – Múdulo 02: Fundamentos Econômicos

* 18h30 – Debate sobra a Redução da Maioridade Penal
Convidado: Dr. Hélio Leitão - Secretário da Justiça e Cidadania do Estado

* 20:30 - Jantar


- 01/08 (Sábado)

*08h30   Módulo 03: História do povo Brasileiro

*11h30  Almoço

* 14h00 – Módulo 04: União da Juventude Socialista, 30 anos!

* 16h00 – Intervalo

* 16h15 - Rodas de Conversa: Participação Politica da Juventude

* 20h00 - Atividade Cultural

- 03/08 (Domingo)

* Plenária Estadual da UJS





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UJS Ceará participa de debate contra a redução da maioridade penal na Escola Adauto Bezerra  

UJS Ceará participa de debate contra a redução da maioridade penal na Escola Adauto Bezerra

Na manhã desta quarta-feira (24/06) a União da Juventude Socialista (UJS) participou do debate contra a redução da maioridade penal na Escola Adauto Bezerra. A atividade organizada pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e pela Associação Cearense dos Estudantes Secundaristas (ACES), contou com a presença de mais 150 participantes.


Na ocasião, faixas que diziam “redução não é a solução” e pedindo “+ escolas – cadeias” foram estendidas na quadra da escola.  A opinião dos estudantes é que os presídios não cumprem o papel de recuperar os detentos, pelo contrário, os marginalizam, e certamente esse não é o melhor espaço para o jovem em desenvolvimento.


Manuela Paes, militante da UJS e feminista, saudou o espaço e convocou a juventude a lutar por direitos. “Redução da maioridade penal não resolve o problema da violência pelo contrário marginaliza, mais a ainda, os jovens. O Estado não deve jogar essa responsabilidade nas nossas costas”.

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UJS Ceará realiza intervenção contra a PEC 171 na Assembleia Legislativa e convoca militância para a luta!  

Presidenta da Com. de Juventude da AL recebe a UJS

Nesta quarta-feira (17/06) pela manhã UJS Ceará realizou uma intervenção contra a PEC 171 (da redução da maioridade penal) durante a Sessão Plenária da Assembleia Legislativa do Ceará. Com faixas dizendo que “Redução não é a solução” e pedindo “+ Escolas – Cadeias” a galeria do Plenário 13 de Maio virou mural de protesto contra a Redução da Maioridade Penal.


Durante a sessão a Deputada Estadual Augusta Brito (PCdoB), eleita horas antes por unanimidade para presidente da Comissão de Juventude da Assembleia, subiu à tribuna e, em seu primeiro discurso à frente da Comissão saudou a UJS, UNE e UBES e reafirmou o compromisso de lutar ao lado da juventude por mais direitos e contra a Redução.
Após a sessão, a Deputada recebeu a Juventude em seu gabinete, onde foi iniciada a Campanha #PipaNaPorta, que tem como ação simbólica colar uma pipa (representação da liberdade e ícone da campanha) na porta de cada deputado que é contra a redução e à favor da juventude livre. Queremos, com a pressão dessa campanha, reverter a opinião da Assembleia que, em abril de 2013, aprovou requerimento do Deputado Ely Aguiar (PSDC / Bancada da Bala) comunicando ao Congresso Nacional o apoio do Legislativo cearense à redução da maioridade penal e convocar todos os nossos deputados federais a votarem contra a redução da maioridade penal no próximo dia 30.

Em unidade com as movimentações nacionais e entidades estudantis do nosso estado, a UJS Ceará realizará um "gabinetaço" na Assembleia Legislativa e gabinetes de deputados federais para cobrar um posicionamento contra a Redução da Maioridade Penal. Mais pipas coloridas serão coladas na porta de quem estiver do lado da juventude brasileira.

Para dar corpo a essa campanha, a UJS Ceará convoca sua militância a realizar durante toda a semana que vem, atos nas Câmaras de Vereadores dos municípios no sentido de ganhar o apoio de todas as esferas do parlamento à causa da juventude brasileira. Vamos ocupar às Casas do Povo, conversar com os parlamentares e mostrar que redução não é a solução!

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Nota de repúdio a agressão que sofreu a estudante Daiany Macedo diretora de Comunicação da UBES e militante da UJS  


Viemos a público repudiar a agressão física e verbal, cometida pelo estudante LINCOM EMMANUEL, militante da União da Juventude Rebelião (UJR), presidente da AMES-BH e diretor da UBES, contra a estudante goiana Daiany Macedo, Diretora de Comunicação da UBES e militante da UJS na última quarta-feira dia 12 de novembro, na cidade de Belo Horizonte, durante as eleições do Grêmio Estudantil da Escola Estadual Governador Milton Campos (Estadual Central).
Conforme relatado pela estudante e registrado em Boletim de Ocorrência, o agressor tentou intimidá-la verbalmente, afirmando “Fale baixo comigo, porque eu sou homem!”. Postura machista e violenta que culminou em seguida na agressão física. O agressor desferiu um soco no peito da vítima, que a levou ao chão com uma forte crise asmática, sucedida de vômito e desmaio. Essa infelizmente não é a primeira vez em que uma militante do movimento estudantil é vítima de agressão machista por parte de outro militante.
A cada 15 segundos uma mulher é agredida no Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Lamentamos que essa prática se reproduza dentro do movimento estudantil, espaço que deveria combatê-la. No entanto, a atuação unitária das mulheres tem impedido que essas violências sigam impunes e exigido das organizações políticas que se manifestem e tomem as devidas previdências no sentido de repudiar as ações e punir e educar seus militantes.
Condenamos todas as formas de violência física, verbal e moral, sobretudo contra as mulheres. Lutamos por uma sociedade justa, emancipada e livre do machismo, racismo, homofobia, xenofobia e todas as formas de opressão.
O movimento que a gente quer, não bate em mulher!
União da Juventude Socialista – UJS
União Brasileira de Mulheres – UBM
Juventude do Partido dos Trabalhadores – JPT
Juventude Pátria Livre – JPL
Movimento Kizomba
Juventude da CNB
Juventude Socialista Brasileira – JSB
Juventude Socialismo e Liberdade -JSol
Juventude Socialista PDT – JSPDT
Juventude do PMDB
Movimento um Passo a Frente

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ATÉ QUANDO?  


Mesmo com o advento do feminismo, das transformações ocorridas ao longo da História, das mulheres se fazerem presentes e atuantes no mundo, na política, na Academia e nas demais esferas da sociedade, o machismo ainda é naturalizado pela sociedade, se manifestando a partir de todas as formas de violência (seja física, sexual, psicológica).
São crescentes os números da violência contra a mulher. Todos os anos mais de 4 mil mulheres são assassinadas em todo o Brasil, sendo no ambiente familiar onde ocorrem a maioria dos casos e os agressores sendo, em grande maioria, parceiros, ex-parceiros e familiares próximos. No Ceará, cerca de 21.853 atendimentos de mulheres em situação de violência foram realizados de 2004 até dezembro de 2011, no Núcleo de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da Defensoria Pública do Estado do Ceará (Nudem).
Vítima da violência, do machismo ainda muito ensinado e sustentado pela sociedade, na madrugada do dia 3 de junho, a estudante Lara Cibele Silva Anastácio, de 19 anos, foi encontrada morta dentro de um carro, ao lado do namorado de 23 anos, que estava com um ferimento à faca na região do pescoço. Ele disse que os dois tinham sido atingidos por assaltantes.
O namorado da estudante universitária assassinada no Bairro Cidade dos Funcionários, em Fortaleza, confessou a autoria do crime, nesta terça-feira, dia 15 de julho, de acordo com o delegado Marx Quaresma, titular do 26º Distrito Policial, sendo tal crime de natureza passional e motivado por ciúmes.

Para combatermos o machismo que constitui o cerne da violência doméstica, é essencial atentar-se para as representações sociais do feminino e do masculino que (nós) ajudamos a consolidar e que é fomentado e disseminado pelo discurso da mídia, também o discurso religioso fundamentalista e de outras instituições atravessadas por estes.
Há dois espaços em que são fortalecidas essas representações: o da audiência midiática e o da família. O discurso midiático/publicitário procura reproduzir o social, fomentando o que se constitui como cultural. A violência contra as mulheres também pode ser encontrada na educação que os meninos recebem dentro de casa e também na escola. A divisão sexual de tarefas e papéis dentro e fora de casa, a permissividade com certos comportamentos dos meninos com as colegas e a reprodução de relações desiguais de gênero desde tenra idade são fatores que conformam o machismo e, por consequência, dão abertura para esta banalização da violência contra a mulher.
Isto não significa que não haja lutas comuns a todas as mulheres: a batalha contra o machismo, nas ruas, em casa e no imaginário social, é uma delas. O feminismo é uma das grandes bandeiras de luta do Coletivo Helenira Rezende da União da Juventude Socialista (UJS), uma entidade política que não propõe apenas a lutar pelos direitos dos jovens e estudantes. A UJS forma, informa e guia a sua militância na caminhada para uma sociedade mais justa, digna e igualitária.
Desta maneira, lutaremos contra qualquer expressão do machismo e da violência contra a mulher. A jovem Lara Cibele Silva Anastácio não será esquecida, mas representada por nós, jovens, estudantes e feministas da União da Juventude Socialista de Fortaleza.

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SE A INSEGURANÇA CONTINUAR, FORTALEZA VAI PARAR!  




        A União da Juventude Socialista, UJS Fortaleza, vem por meio desta nota manifestar sua solidariedade ao estudante Igor Levi Brandão, de 19 anos, ferido à bala na perna dentro do ônibus Antônio Bezerra/Parangaba na última terça-feira, dia 03 (três) de junho.
      Há algumas décadas, a juventude fortalezense reivindicava mais transportes públicos coletivos, pois estes eram poucos e de péssima qualidade. Hoje, reconhecendo que a frota aumentou, nossas reivindicações são ainda maiores. Fortaleza sendo a quinta maior cidade brasileira tem uma demanda de ônibus e topiques que não atende às necessidades da população. As condições destes transportes ainda deixam muito a desejar na qualidade. Entretanto, sem duvidas, o problema que mais nos afeta é a INSEGURANÇA.


        Em média, segundo o Sindiônibus (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará), diariamente ocorrem seis assaltos a ônibus e a topiques na capital cearense. A juventude, que utiliza com maior frequência esses transportes, tem sido vítima em potencial da ação dos criminosos. Celulares, tablets e notebooks são constantemente roubados de nós, jovens, que usamos tais pertences não para demonstrar nosso poder de consumo, mas pela necessidade de estarmos inseridos no mundo digital. Também nos roubam dinheiro e documentos como a carteirinha de estudante, indispensáveis para a meia-passagem e a meia-entrada cultural, ambos direitos garantidos por lei municipal e pelo estatuto da juventude no Brasil.
      A UJS Fortaleza também estende sua solidariedade às categorias de motoristas e cobradores, que sofrem diretamente com a violência, e que devido a casos como o do estudante Igor Levi, paralisaram a cidade nessa semana. Embora inúmeros transtornos fossem gerados à população, entendemos que sem provocar incômodos às autoridades, não se dará atenção para a necessidade de garantir segurança pública efetivamente e melhorias de salário para as categorias.
    Entendemos que as causas da violência são, na verdade, a pobreza, as desigualdades sociais e a expansão do tráfico de drogas. Reivindicamos mais investimentos para ter escolas públicas de qualidade, a construção de mais centros de cultura, esporte e lazer nas periferias de nossa cidade, para que, assim, possamos erradicar o problema da violência, que tanto atinge a nós da juventude, como também toda a população.

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